quarta-feira, 10 de novembro de 2010

NÃO HÁ QUEM NÃO TENHA, no bolso, (A) SOLUÇÃO PARA A GRAVE CRISE EM QUE PORTUGAL ESTÁ ATOLADO. São somente os excelentíssimos deputados - QUAIS? - que vociferam contra quem nos (des)governa: são necessárias medidas mais severas - mas ninguém diz quais são as mais severas.É tanta a hipocrisia que lançam a ameaça do FMI. É sempre fácil criticar DESTRUTIVAMENTE. Se cada cidadão contribuisse com a sua conduta honesta, a solução estaria encontrada. À boa maneira portuguesa: o melhor é esperar por D. Sebastião, sedentos que estamos dum messias (se os há, só os há com minúscula!)

sábado, 16 de outubro de 2010

Ba Na Li Da De


Onde está a novidade neste momento em Portugal?  Tanta fanfarronada, tanta fanfarra, para quê? Afinal, desde sempre que era claro que o OE para 2011 irá passar, isto é, ser viabilizado pela AR. Fanfarrões: só quem não quer ver é que não vê: claro que o interesse nacional tem de prevalecer.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Em Portugal





Parece que Portugal está mesmo nas lonas. Parece que.

 Os povos - e daqui ninguém retire o rabo! - têm os governantes que merecem. Merecem. Cada português, português eleitor, é conivente com a situação a que chegámos. Se quem agora (des)governa o país não merece estar no poder, então os eleitores que o ponham na rua. Ponham. Na rua. Na rua.
Ninguém fuja com o rabo à seringa. À seringa. O rabo. Que todos os eleitores têm, votem ou não votem.

domingo, 26 de setembro de 2010

  1. Segundo Stephen Hawking “God did not create the universe, a creator is "not necessary”, refere-o o The Guardian.
    2- Então como é?
    3- Isto foi há quantos milhões de anos?
    4-Há 2010 anos nasceu Jesus de Nazareth: só agora? 
     

domingo, 19 de setembro de 2010

Roger Lenaers: Otro cristianismo es posible. Fe en lenguaje de modernidad



Manuel Ossa, 2008, comentando a obra de Roger Lenaers,  Otro cristianismo es posible. Fe en lenguaje de modernidad escreveu:
 “En virtud de la dinámica interna de una evolución que también es obra creadora de Dios, el bloque granítico de la modernidad se ha desprendido por sí mismo del macizo montañoso de la historia humana, golpeando con fuerza los pies de arcilla de la fe medieval de la Iglesia. Y a este monumento grandioso - la vieja Iglesia institucional de veinte siglos cuya cabeza dorada está en Roma – le aguarda un destino semejante al de la imponente estatua que vio el rey Nabucodonosor en su sueño. Las ideas desarrolladas en este libro explican el por qué de este destino inevitable”

quarta-feira, 21 de abril de 2010

 
Quando se instaura um inquérito, a base de investigação tem de assentar, irrevogavelmente, na procura de “umaverdade que se achará ou não. 
É a atitude científica, objectiva: essa uma verdade somente se conhecerá se, para o inquérito, se começar e continuar com a mente virgem, liberta de preconceitos.

Partir de uma verdade preconceituadamente congeminada e já adquirida é perverter o debate e a procura da citada uma verdade...Que é que verificamos na Comissão de Inquérito parlamentar? Verificamos o seguinte: todos os partidos da oposição já têm na mão essa uma verdade...; esta já está na posse da oposição que a agarra e segura qual laparão. Não existe uma única pergunta da oposição que não queira ter na resposta a resposta que a oposição, com esparrela, fabricou. Basta ver as múltiplas ocasiões em que o deponente responde dizendo “já dei essa resposta uma 3 ou 4 vezes”. Querem os deputados da oposição capturar na armadilha os convidados? Querem, porque já têm a sua uma verdade: são pagos para fazerem mil e uma vez as mesmas perguntas para as quais, armadilhadamente, intimam a resposta que já fabricaram e para as quais os deponentes não dão a resposta que a oposição exige: decepção! Decepção é o que brilha nos olhos dos deputados da oposição! Apanham bonés!
A História tem as suas lições. Lembram-se? Há poucos anos o Iraque foi invadido por uma guerra assassina, de cujas actuais consequências assassinas os seus aprovadores ainda se vangloriam. Qual o fundamento aduzido para justificar o massacre de inocentes nessa guerra de invasão? Este: a existência de Armas de Destruição de Massas. Os aprovadores dessa invasão assassina afirmaram com unhas e dentes que essas ADM existiam. Um dos chefes de fila dessas afirmações foi Pacheco Pereira. As ADM não existiam. Ele imaginou-as, elas existiram: o “possível” foi transformado em real: ilação ilógica: ilação ilegal: irracional. Todos sabemos que o real é possível, não podemos é afirmar que o possível é real (se o não provarmos). Assim: Ele imaginou as ADM, elas existiram. Na realidade não existiram. Afirmar que existiam reduziu-se à mentira. Não existiam: ele mentiu.
Parece-me que está a acontecer o mesmo no actual inquérito parlamentar TVI/PT: a oposição (não por acaso realmente dominada por Pacheco Pereira) imaginou, o imaginado não existiu.
E aqui – país em crise - andamos nós “governados” por deputados que se contentam com o “disse que disse que disse que dissera”.
Vamos supor que, no meio de tão tempestuosos e contraditórios testemunhos, a oposição chega à “sua” verdade (mísera, pois). Que concluir praticamente? Cai o Governo? Sócrates demite-se? A oposição, ao fim de tanto tempo perdido, apresenta moção de censura? E depois? Quem ganha com esta automobilística chicana? Perdem os Portuguses.

terça-feira, 9 de março de 2010

Citação



09mar10 Granadeiro Não 

 

houve pressões para negócio 

 

com TVI"

 

Granadeiro: "Não houve 

 

pressões para negócio com 

 

TVI"

 

"O primeiro-ministro nunca solicitou à 

PT a compra de uma participação na 

Media Capital, lamento desapontá-

los"afirmou o presidente da PT.


Anabela Campos (www.expresso.pt)
19:18 Terça-feira, 9 de Mar de 2010

Henrique Granadeiro, presidente da PT, garantiu hoje que a única vez que falou com o primeiro-ministro sobre o negócio de compra de parte da Media Capital pela PT foi no dia 25 de Junho de 2009, à noite, salientando que nunca teve qualquer pedido de José Sócrates no sentido de avançar para o negócio.
 "Tenho a certeza absoluta que o primeiro-ministro, ou pessoas do Governo, nunca solicitaram à PT que comprasse uma participação na Media Capital. Lamento desapontá-los", afirmou na Comissão Parlamentar onde está neste momento a ser ouvido, na intervenção inicial, onde foi duro para os deputados.

"Não tive nenhuma pressão política para avançar com o negócio. Mas houve uma ingerência política inaceitável (dos partidos políticos) para que a compra não se fizesse", sublinhou. "Quem pergunta o que não deve arriscasse a ouvir o que não quer", acrescentou referindo-se aos deputados.
"Afirmo formalmente que a primeira e única vez que falei com o primeiro-ministro sobre o negócio foi no dia de 25 de Junho (de 2009) à noite na sequência de um jantar", esclarece. Tratava-se de um jantar com gestores e empresários em casa do Ministro da Economia, Manuel Pinho, onde o primeiro-ministro também se encontrava.

"A decisão de não avançar para a compra foi tomada por mim e pelo meu presidente da comissão executiva, Zeinal Bava, a 25 de Junho", adianta.

D E G R A D A N T E
















Em princípio as pessoas normais agem inteligentemente.
Há pessoas que, nessa condição, não agem inteligentemente.
Portanto essas pessoas não são normais. Estas pessoas, por isso, já não são normais; elas degradam a condição humana: são degradantes e, daí, superlativamente desumanas.

Sem ofensa para a arte teatral, é estomagante o espectáculo a que temos estado a assistir na Assembleia da República no inquérito sobre a liberdade de expressão.

Neste inquérito há duas partes: os auditores ou inquiridores e os auditados ou inquiridos. Os primeiros não têm a mínima noção do que seja um inquérito porque A) partem do “parti pris” de que já determinaram a condenação, neste caso, do Governo-Sócrates e B) interrogam os inquiridos já com as respostas que sabem que querem que conduzam àquela condenação; os inquiridos (alguns) A), obviamente, querem o mesmo que os inquiridores; daí que respondam de acordo com o preconceito (= pré-juízo) enraizado na citada condenação e B) navegam encharcados no diz-que-disse-que-disse-que-diz.

É degradante o facto de, num inquérito, o inquiridor partir de um pré-juízo: se já sabe “sua” verdade, não há razão para se realizar um inquérito. É degradante o facto de, num inquérito, o inquirido partir de pré-juízo: se já sabe “sua” verdade, não há razão para participar num inquérito.
Mais: neste caso quer o presidente da Comissão quer os mais “falados” dos inquiridos alinharam nítida e gulosamente nas teses predifinidas da oposição partidária.

Espectáculo degradante, que nada abona da inteligência humana.

[Entretanto note-se que em todos os “fora” (de “forum”) e em todos os meios de comunicação social nunca houve tanta liberdade de expressão sobretudo da parte daqueles que afirmam que essa liberdade não existe]

09mar10



Passaram três meses e Paulo Rangel confessa a sua coerência
(www.expresso.pt)
21:57 Quinta-feira, 29 de Out de 2009:

- passaram três meses, e

“Marcelo Rebelo de Sousa tem condições para ser um líder excepcional e o partido tem o dever de o fazer vir a ser líder", afirmou Paulo Rangel” que hoje, 10fevereiro2010, afirma que esse dever já não é dever.

- Paulo Rangel afirmou: "digo peremptoriamente que não estou na corrida"para presidente do PSD, porque é “facto de ter sido eleito euro-deputado há apenas três meses: "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia".
Vejamos:
1- “peremptoriamente” isto é “irrevogavelmente”: afinal para que serve o Dicionário da Língua?
2- “eleito euro-deputado há apenas três meses”: de três em três meses Paulo Rangel muda/troca-se irrevogavelmente.
3- "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia". Portanto: Paulo Rangel está a dar um mau sinal à democracia ao anunciar esta noite (10fev10) a sua candidatura à liderança do PSD. – O que é um mau sinal dado à democracia? Isso mesmo um mau sinal dado à democracia.
4-Paulo Rangel já começou a campanha a favor do professor e contra Pedro Passos Coelho.” – Assim: abandonou a campanha a favro do professor e começou mesmo a contra Passos Coelho.
5- As credenciais de Paulo aí estão: coerente!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Havia um plano!!!




Viva a impunidade!
O oficial de Justiça não conseguiu notificar os jornalistas visados numa providência cautelar ao Sol; estes não acataram a determinação da Justiça; isto é crime. Como sangues- sugas desinchadas e abutres esfomeados, ei-los em fila pré-matinal, os leitores, sedentos de sangue, a comprar (que de negócio se tratou e trata!) o tribunalmente proibido Sol. Se já se pode não obedecer à lei, então a impunidade – IMPANTE - está instalada e ENTRONIZADA. Admitindo mas não concedendo que “plano” houve, por que motivo e para que é que um ladrão deve ser preso? Por que razão e para que é que um empregador, após decisão judicial, não paga ao empregado o que o tribunal sentenciou? Basta não obedecer.

“A edição de hoje do semanário Sol volta a transcrever extratos do despacho do procurador João Marques Vidal, responsável pelo caso Face Oculta, em que considera haver "indícios muito fortes" do envolvimento do Governo, "nomeadamente o primeiro ministro", num plano de controlo de vários meios de Comunicação Social, além da TVI.”(Expresso on line, 12fev10): Aqui fica o desafio ao procurador João Marques Vidal e aos com ele concordantes para que descubram o vocábulo “plano” nas citações do suplemento Política e Sociedade do Sol de 12fev10: um bombom, pequenino e redondo, a quem o encontrar. Tudo depende de saber ler; não há comentador jornalista ou não que não fale no “plano”: o vocábulo ainda não surgiu (poderá vir a ser fabricado e por aí fora inscrito numa estrela); “indícios muito fortes”: tudo depende de saber ler. Quando existem forças partidárias e/ou motivações partidárias ou até pessoais, há sempre “indícios muito fortes” para se passarem rasteiras. Houve quem jurou que havia Armas de Destruição de Massas no Iraque. Porque motivo havia? Porque sim: eu, Pacheco Pereira ou o recente ex-director do Público, acho que essas armas existem no Iraque e, portanto, faça-se já a guerra de invasão: fez-se, e só soldados americanos já foram chacinados mais que quatro mil, não nos esqueçamos dos mais de cem mil civis inocentes assassinados por esses senhores da guerra inventores que foram das ADM, ainda continuam as vítimas dessa guerra: havia um plano porque sim, havia “indícios muito fortes” – não havia ADM.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010



Passaram três meses e Paulo Rangel confessa a sua coerência
(www.expresso.pt)
21:57 Quinta-feira, 29 de Out de 2009:

- passaram três meses, e

“Marcelo Rebelo de Sousa tem condições para ser um líder excepcional e o partido tem o dever de o fazer vir a ser líder", afirmou Paulo Rangel” que hoje, 10fevereiro2010, afirma que esse dever já não é dever.

- Paulo Rangel afirmou: "digo peremptoriamente que não estou na corrida"para presidente do PSD, porque é “facto de ter sido eleito euro-deputado há apenas três meses: "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia".
Vejamos:
1- “peremptoriamente” isto é “irrevogavelmente”: afinal para que serve o Dicionário da Língua?
2- “eleito euro-deputado há apenas três meses”: de três em três meses Paulo Rangel muda/troca-se irrevogavelmente.
3- "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia". Portanto: Paulo Rangel está a dar um mau sinal à democracia ao anunciar esta noite (10fev10) a sua candidatura à liderança do PSD. – O que é um mau sinal dado à democracia? Isso mesmo um mau sinal dado à democracia.
4-Paulo Rangel já começou a campanha a favor do professor e contra Pedro Passos Coelho.” – Assim: abandonou a campanha a favro do professor e começou mesmo a contra Passos Coelho.
5- As credenciais de Paulo aí estão: coerente!

Antes assim que a pide!


Não há nenhuma monda!
Não há nenhuma “monda”! O que há é uma jornalística mentalidade tão infantilizada que se auto-criou a certeza de infalibilidade: “os jornalistas são infalíveis” – isto não é uma impressão, é um “sacramento”, coisa sagrada propriedade exclusiva dos jornalistas e, daí, intocável porque insusceptível de ser beliscada: são os únicos conhecedores da(s) verdade(s) e, daí, têm sempre razão. Por que motivo têm sempre (a) razão? Porque têm tout court, sem mais: têm e pronto!
Talvez lhes assista e, daí, pertença uma ainda atávica mentalidade pidesca, isto é: por que motivo têm sempre (a) razão? Porque têm tout court, sem mais: têm e pronto! A ninguém assiste o direito da legítima defesa perante o ataque e/ou acusação dos jornalistas: têm razão, e pronto!
Basta estar atento e todos os dias verificamos quantas vezes notícias e comentários são contraditados de cinco em cinco minutos, de jornal a jornal, de rádio e a rádio, de tv a tv. Antes assim que a pide.

cometeram o crime de revelar o que se estava a passar num processo judicial



Era uma vez um procurador, um juiz e um processo. Processo designado “Esconso Semblante”, relativo ao sr. A e ao sr. B; deste processo constou uma série de telefonemas. Estamos em 1980, Dezembro.
O primeiro, analisando o processo relativo ao sr. A e ao sr. B, encontrou (como o segundo) telefonemas do sr. A para o sr. X. Ambos (ninguém viu) foram tomar café. Junho. Você que me diz sobre o comportamento do sr. X? Acho que se meteu num negócio sobre a empresa Y, responde o outro. Também me pareceu isso, retorquiu o interlocutor. Isso é crime contra o Estado, não acha, amigo? Claro, amigo, sim. Que fazer? Respondo já, vamos contar isto a alguém, convidamos para almoçar a Joana Geronta ou um dos seus amigos. Meu amigo, é para já, estou farto deste governante, é que nunca mais de lá sai, não sai a bem sai a mal. Almoço de quatro, os dois mais a srª. Geronta e o sr. Amuado, convidado que fora, sem comparecer, o sr. Berrador. Dia seguinte ao almoço. Minha senhora, acha que há liberdade de informação no nosso país? Não há, já desde Junho que ando a dizer a isso. Como é que srª. soube? perguntou o incipiente periodicista. As fontes não se revelam, não é sr. periodicista? Afinal, minha senhora, o primeiro e segundo cometeram o crime de revelar o que se estava a passar num processo judicial, isso é crime contra o Estado de Direito. Sr. periodicista, essa é a sua opinião,... desde Junho que ando a dizer a isso. Pois anda, minha senhora, o meu colega também! Temos razão os dois, está a ver?

Está aí quase a chegar...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estão a ofendê-la

2- Daniel Oliveira afirmou: “Eu não quero a pata do Governo na comunicação social. Mas também não quero, seguramente, a pata dos jornalistas nos nossos telefones.”. Verificamos que, no caso das escutas, está lá a pata dos jornalistas nos nossos telefones. – Dum dicionário respiguei: “pata” significa “pé, perna ou membro de animal irracional; extremidade da âncora; extremidade do anzol a que se prende a linha; (fig.) pé grande de pessoa; tirania; domínio; jugo;”. Assim: “pata” de animal irracional, tirania dos jornalistas (alguns, claro).


Já Agora: anda Manuela Ferreira Leite a afirmar que há meses que chamou a nossa atenção para esta situação das escutas. Pergunta: como é que ela soube do conteúdo das escutas telefónicas agora publicadas? Terão sido os magistrados que tratavam do correspondente processo quem revelou a Manuela F Leite esse conteúdo? Não custa crer. És magistrado e tens um processo em mãos. És movido por interesses político-partidários. Tens determinada orientação ideológica e/ou partidária. Não gramas o ministro Sócrates. Nesse processo tens acesso a escutas telefónicas. Lateralmente, de modo indirecto, ouves uns telefonemas do Sócrates a um amigo: conversa privada e que não tem a ver com o crime do processo. Esqueces-te que quando falas ao telefone com os teus amigos tens desabafos que podem ofender terceiros ou quartos, etc.. Dado que estes dados todos se conjugam na tua pessoa de magistrado, olá, vou contar isto (as conversas privadas) ao dirigente do “meu” partido e, assim, este pode dizer que sabe “coisas” mas não revela as fontes.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

naquele alto da montanha na minha casa

naquele alto da montanha na minha casa

1

4000 soldados americanos mortos no iraque

soldados americanos mortos no iraque

...iraque

Guerra contra Iraque é contra o direito internacional

Parabéns a Durão Barroso, Pacheco Pereira, Paulo Portas e companhia:

1º por serem moralmente responsáveis pelo massacre de inocentes na guerra de invasão do Iraque;

2º por que são ignorantes em direito internacional: L'ancien conseiller juridique principal du Foreign Office a déclaré, mardi 26 janvier, qu'il avait déconseillé au gouvernement de Tony Blair une invasion de l'Irak, la jugeant contraire au droit international. "Je considérais que l'utilisation de la force contre l'Irak en mars 2003 était contraire au droit international", a déclaré Michael Wood dans une déclaration écrite adressée à la commission d'enquête britannique sur la guerre en Irak.

3º pelo resto da ignorância que tem vindo a demonstrar, pois fala do que não vê (mas viu as ADM!),e somente do que inventa

L'ancien conseiller juridique principal du Foreign Office a déclaré, mardi 26 janvier, qu'il avait déconseillé au gouvernement de Tony Blair une invasion de l'Irak, la jugeant contraire au droit international. "Je considérais que l'utilisation de la force contre l'Irak en mars 2003 était contraire au droit international", a déclaré Michael Wood dans une déclaration écrite adressée à la commission d'enquête britannique sur la guerre en Irak. (LEMONDE.FR avec AFP | 26.01.10 | 16h30 • Mis à jour le 26.01.10 | 17h07)

(http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL360680-5602,00.html, 23/03/08 - 19h17 - Atualizado em 23/03/08 - 19h39 ):

Número de soldados americanos mortos no Iraque beira os 4 mil

Guerra no Iraque completou 5 anos na semana passada.
29.451 soldados foram feridos, informou o Pentágono neste domingo (23)






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