terça-feira, 25 de abril de 2006

Ser Homem é ser Livre

Os ideais da Revolução Francesa são Liberdade, Fraternidade e Igualdade. Só a Liberdade é que é constituinte da essência humana: ser Homem é ser Livre.
Sem Liberdade não se é Homem.
Sem Fraternidade e sem Igualdade pode ser-se Homem.
Fraternidade e Igualdade têm a ver com a deontologia, são deontológicas: porque o não somos, devemos ser fraternos e, apesar de diferentes, iguais.
Liberdade tem a ver com a ontologia, é ontológica, é ôntica.

Viva a liberdade!!!!!

Enquanto por cá se comemoram os 32 anos do fim da ditadura ainda há países onde o facto das mulheres poderem ter acesso a assistir a eventos desportivos é um facto digno de registo e de notícia a nível internacional. Está tudo aqui.

É impressionante os poderes que os ditadores têm de pôr e dispôr da vida dos outros. São seres prepotentes, maus, autoritários e despóticos que usam e abusam dos poderes que lhes são conferidos.

Do mal o menor e as democracias, com todos os seus defeitos, ainda continuam a ser o melhor regime político. Pelo menos somos livres de falar, de escrever e de agir de acordo com as nossas consciências. O importante é nunca esquecer que a nossa liberdade termina onde começa a dos outros e que se nos respeitarmos uns aos outros, em toda e qualquer ocasião, o mundo poderá ser, sem dúvida, um local melhor.

Saudações virtuais

sábado, 22 de abril de 2006



"O segredo da criatividade é
saber esconder as próprias fontes
". > Albert Einstein



Haverá Autores (e/ou outras pessoas) que escondem as próprias fontes? Claro que há.

Mas haverá quem saiba esconder as próprias fontes?

Saber fazer (neste caso, saber esconder as próprias fontes) é sempre diferente do que simplesmente esconder: diferente !

Será que o nefando-abominável-ímpio-depravado-perverso-pervertido-hitleriano-estaliniano Saddam Hussein soube esconder as armas (=ADM) ?

Houve e ainda há pessoas que asseveraram e quiçá continuam a asseverar que sim: pelos vistos, e a olhos vistos, estes é que sabem esconder as próprias fontes e, a olhos vistos, não o querem revelar à Humanidade: o actual Presidente da Comissão Europeia e José Pacheco Pereira e quejandos tinham e quiçá ainda têm a certeza de que as ADM existiam/existem e (mauzinhos!) não querem, a olhos vistos, revelar nada à Humanidade: a olhos vistos, é pena!

Pelos vistos e a olhos vistos sabem esconder as próprias fontes, só que se recusam a revelá-las.

De mãos abertas em concha recolheram, da(s) fonte(s), a informação, isto é, esclarecimento dado acerca do procedimento de outrem, conjunto de dados, em princípio imprevisíveis, recebidos do exterior por intermédio dos seus sentidos ou por uma máquina electrónica; a olhos vistos, com chave de ouro e a sete chaves fecharam as mãos e não saíram da concha, ou seja, fecharam-se em copas. Por isso, e a olhos vistos, somente eles é que sabem.

Isso é criatividade. (A olhos vistos!)
São criativos. (A olhos vistos!)
Parabéns! (a olhos vistos) Sinceros.

A olhos vistos: Heróis do saber: Merecem todo o nosso crédito.
Sejam felizes com o seu saber e a morte de tantos milhares de inocentes.
A olhos vistos.
Abril 22, 2006

sexta-feira, 21 de abril de 2006



CHEGOU A pRIMAvERA!!! qUE bOM!

Haverá restos genéticos em algumas das figuras aqui representadas?

(Olhando esta imagem, contando da esquerda para a direita) Fixar a 3ª figura no 1º volante da esquerda e a 1ª figura à esquerda no 1º volante da direita: dizem alguns que sim. Vá lá e veja as semelhanças genéticas com uma figura do sec.XX e outra que já entrou no sec.XXI.-
(Se a descrição não foi clara, paciência - é ir ao MNAA, ali às Janelas verdes)

quarta-feira, 19 de abril de 2006





"Só dois mil...!"













Claro que Saddam Hussein é um bandido indesculpável.

Segundo os dados publicados na Comunicação Social, em Outubro já tinham falecido mais de dois mil soldados americanos no Iraque.
A 02.04.06 já eram 2 333: "Selon un décompte de l'AFP basé sur les chiffres du Pentagone, au moins 2 333 soldats américains et personnels assimilés sont morts en Irak depuis l'invasion, en mars 2003. - (Avec AFP)" em LEMONDE.FR 02.04.06 11h37.

Civis iraquianos inocentes (como crianças, doentes, acamados, etc) já são às dezenas de milhar os mortos pelos tiros das balas e bombas militares, e não só.
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Dezembro de 2005 - Dialogo entre MF e NJ:
NJ: Já toda a gente, até o presidente do país invasor (sr.Arbusto), reconheceu que no Iraque não havia as armas (ADM) que pretextaram a supracitada invasão. Só tu continuas a afirmar que existiram e existem. Seria teu dever fornecer essa informação à agência.
Quantos já morreram ou foram executados?
MF: Só dois mil...!
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Abril 19, 2006



Um dos 10 Mandamentos da Lei de Deus, que os católicos e os que publicamente se auto-denominam católicos e praticantes (de missa e recepção da hóstia dominicais), ordena "Não Matarás".

João Paulo II, na altura própria, condenou a 2ª (como já a 1ª) guerra do Iraque onde o "Não Matarás" perde/perdeu significado, porque ali dezenas de milhares de civis inocentes foram/são assassinados diariamente.

Governos e políticos, dos acima mencionados auto-denominados católicos e praticantes (de missa e recepção da hóstia dominicais), aprovaram a citada guerra onde dezenas de milhares de civis inocentes foram/são assassinados diariamente.

Auto-denominar-se católicos e praticantes (de missa e recepção da hóstia dominicais) é só isso: auto-denominar-se católicos e praticantes (de missa e recepção da hóstia dominicais) - que aprovaram o assassinato diário de dezenas de milhares de civis inocentes.

Saddam Hussein foi/é execrável execrando abominável merece ser abominado detestável horrendo horroroso hórrido horrífico tremendo medonho torpe cruel teve/tem prazer em fazer mal bárbaro sanguinário atroz ferino feroz de natureza de fera perverso violento bárbaro desumano sanguinário ordenou o assassinato diário de dezenas de milhares de civis inocentes.

Que coincidência!
Abril 19, 2006

terça-feira, 18 de abril de 2006


"Le processus politique irakien tourne à la farce. Initialement prévue lundi 17 avril, la première séance de travail du nouveau Parlement a été reportée à une date non précisée" (Mouna Naïm,LE MONDE 17.04.06 13h20 -http://www.lemonde.fr).

A elevada participação de votantes nas eleições iraquianas - que pulverizou todas as votações na democrática Europa - foi uma bofetada com luva branca nos pessimistas de todas as cores (José António Saraiva, Expresso 31 Janeiro 2005 ).

Aquelas eleições foram em Dezembro de 2005. A primeira sessão do Parlamento ainda se não realizou - ainda não há Governo. - A farsa é evidente - e pertinente!

Afinal " En Irak, c'est pire que du temps de Saddam", accuse Iyad Allaoui, - "Ils font la même chose qu'à l'époque de Saddam Hussein, et pire encore", a déclaré, dans un entretien à l'hebdomadaire britannique The Observer, l'ex-premier ministre irakien Iyad Allaoui, à propos du respect des droits de l'homme. (LE MONDE 28.11.05 15h31 • Mis à jour le 29.11.05 18h28) -

É pior que no tempo de Saddam , fazem a mesma coisa que no tempo de Saddam Hussein, e ainda pior.

Claro, óbvio que Saddam não tem desculpas de nenhum tipo e deve ser condenado pelos crimes que cometeu.

Mas... e os direitos humanos dos Iraquianos civis inocentes?

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Desculpem, comparticipações?

Acabo de ouvir nas notícias que os médicos são da opinião que os medicamentos para curas tabágicas devem ser comparticipados. E aqui entra a minha indignação: mas q raio de país é este? As agulhas para os toxicodependentes são de graça? E agora ainda vamos ter de pagar as curas anti-tabágicas dos ex-fumadores?

Vamos lá a ver se nos entendemos: os outros tratam de arranjar os vícios e mantêm-nos até quererem que depois, nós os contribuintes (que no meu caso, por exemplo, nunca fumaram e nunca se drogaram) é que temos de pagar a factura da cura dessas pessoas? ACHO MAL! ESTÁ ERRADO! Quem tem dinheiro para os vícios também têm de ter dinheiro para a cura do dito. Se deixam de consumir então transfiram esse dinheiro para a cura. Mas penso que as minhas lições de economia doméstica são desnecessárias.

E porque é que os medicamentos dos diabéticos não são comparticipados? Porque raio é que estas pessoas que são portadoras de uma doença a sério têm de pagar os seus medicamentos na totalidade?

Mais uma vez se prova que vivemos num país onde o desperdício impera e os interesses são reis e senhores! E de que maneira!!!
Muito provavelmente não é do interesse das farmacêuticas que os medicamentos para diabéticos sejam comparticipados, daí que os tratamentos sejam pagos e bem pagos. É UMA VERGONHA VERGONHOSA, passo a redundância!

Saudações virtuais


L’enfer, c’est les autres (Sartre dixit) - o inferno são os outros. Mas quem são os outros? Tu és o outro para mim e eu sou o outro para ti - vós sois os outros para nós e nós somos os outros para vós. Logo, quem é o inferno de quem? Nós somos o nosso inferno - e este nós engloba o vós. (Bem mais pertinente seria que paraíso ficasse no lugar de inferno.) Olha à tua volta e que é que vês? Guerras por todo o lado, na tua rua, no teu bairro, na tua freguesia, no teu concelho, na tua, na nossa cidade, no emprego, na escola,no recreio - no planeta. E o fim desse inferno está nas tuas e nas minhas mãos - NO TEU E NO MEU CÉREBROS:


Que é agora Avenida da Liberdade - desde quando?


Flores!

segunda-feira, 3 de abril de 2006




A vida não é uma guerra. É uma luta com uma sucessão de batalhas. Vencemos umas e perdemos outras.
Não é uma guerra, porque não temos 1(um) inimigo a combater. Hipoteticamente, 1 inimigo só poderia ser a morte. Até hoje, esta tem sempre vencido. A haver uma excepção, esta somente existe para os crentes em Jesus de Nazareth: ressuscitou e, daí, venceu a morte.
As batalhas que temos ainda que travar são os desafios com que a vida nos vai mimoseando e, dessas sim, sairemos vencedores se quisermos.
A sabedoria dos povos diz que cada um é o forjador do próprio destino.
Logo, apenas nos resta uma hipótese: vencer as batalhas. Contra cada hipotética derrota, teremos, de cada vez, uma hipótese de sobreviver: "ressuscitar" dessa derrota. E isso é possível, se quisermos, que a nossa vontade (manifestada já várias vezes) é a nossa potência.
02abril2006
Concordo plenamente com o co-autor deste blog quando diz que "há coisas que não podemos nem devemos esquecer", mas pergunto: mesmo sem esquecer e de pé atrás, não poderemos dar nós uma segunda chance? Às vezes conversar ajuda muito, às vezes há assuntos que ficam por esclarecer, às vezes as partes envolvidas não têm conhecimento de todos os factores. Penso que depois de esclarecidas todas as situações deve haver espaço para segundas oportunidades. Se numa segunda fase o desrespeito permanecer, aí sim, sou apologista do corte radical.


Saudações virtuais

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