segunda-feira, 15 de junho de 2020





Queres ser cristão? No quotidiano da tua vida, só tens de praticar DOIS comportamentos:

 1º- prostro-me diante do mortal(=homem) Jesus de Nazareth, filho de Maria e de José, dizendo “Jesus de Nazareth, és Deus, adoro-te”; 

2º - amo os meus inimigos, faço bem a quem me faz mal (=Lucas 6,35).


sexta-feira, 12 de junho de 2020



 certos princípios morais
  
José Miguel Pinto dos Santos, um dos autores do programa do CHEGA, publicado no Observador, fala, ainda e sempre no Observador, no artigo “https://observador.pt/opiniao/estara-deus-a-castigar-nos/, da “filosofia cristã”.
Pois bem:
1-   Não existe filosofia cristã. O Cristianismo NÃO é uma Filosofia. Esta implica a construção de um edifício teórico com cabeça, tronco e membros, como o fizeram, entre outros, Aristóteles, Platão, Descartes, Kant, Hegel, Heidegger, and so on.- Não consta que a Wikipédia, a enciclopédia livre, seja destituída de crédito, mas aí se lêHá estudiosos que questionam a existência de uma filosofia cristã propriamente dita. Esses afirmam que não há originalidade no pensamento cristão e seus conceitos e ideias são herdadas da filosofia grega.

O Cristianismo é uma forma de vida, um modo de vida, que, simplesmente, se reduz a um pouco que é um tudo.

PRIMEIRO, o cristão, se o quer ser, reconhece a divindade do mortal(=homem) Jesus de Nazareth. Essa divindade, se o cristão a aceitar, terá/teve fundamento na Ressurreição desse Jesus de Nazareth. Este ressuscitou mesmo, realmente? Historicamente NÃO houve testemunhas. Então...que faz o cristão? Faz um acto de FÉ: CRÊ=ACREDITA. Como escreveu KIERKEGAARD, Sören: acreditar é dar um salto no abismo: SEM testemhas HISTÓRICAS, Jesus de Nazareth é Deus.

SEGUNDO, eu acho que só um maluco completo ou um Deus é que afirma: Amai os vossos inimigos (Lucas 6,35). De novo: O Cristianismo é uma forma de vida, um modo de vida que se reduz a um pouco que é um tudo. NÃO é uma Filosofia.

          2- José Miguel Pinto dos Santos um dos autores do programa do CHEGA, publicado no Observador, delira no seu artigo, não distingue claramente Cristianismo de Catolicismo, delira no meio de “filosofias” extremo-orientais, e tem um delirante dom particular: José Miguel Pinto dos Santos SABE o que Deus sabe e SABE o que Deus pensa e quer. O maior DOUTOR do Catolicismo, Tomás de Aquino ((Roccasecca, 1225 – Fossanova, 7 de março de 1274), na sua ponderosa e monumental obra “Suma Teológica” (escrita de 1268 a 1273) refletiu e escreveu sobre 5 argumentos racionais que apontam para a necessidade da existência de Deus. Após a extensíssima e exaustiva demonstração desses 5 argumentos racionais,Tomás de Aquino concluíu: “Deus existe. Como é? NÃO SEI”. José Miguel Pinto dos Santos SABE! E até SABE o que Deus sabe e SABE o que Deus pensa e quer.

          3- José Miguel Pinto dos Santos bem tenta, atabalhoada e desastradamente, ironizar sobre mil coisas; não consegue, não sabe usar a fina figura de estilo que é a ironia, escrevinhou por escrevinhar, a tal ponto que quis, baldadamente, identificar DOIS Engenheiros: o “sr. eng. Costa” e “sr. eng. Rio”, porque, para José Miguel Pinto dos Santos: “U avtor não segve a graphya du nouo AcoRdo Ørtvgráphyco. Nein a do antygo. Escreue coumu qver & lhe apetece.”, isto é, Um autor “escreve como quer e lhe apetece”, ou seja, para o José Miguel Pinto dos Santos não há regras, por isso é que ele escreveu no início do seu artgo “O pior mal que nos pode acontecer é esquecermo-nos que, quando violamos certos princípios morais, de algum modo nos estamos a destruir a nós próprios”)    

 



quinta-feira, 11 de junho de 2020


Populismo e golpe baixo, ASSASSINADOS 654.965 IRAQUIANOS inocentes e A cloaca.

1-    populismo e golpe baixo:
GRAÇA FRANCO (em https://rr.sapo.pt/2020/05/27/graca-franco/observando-o-populismo-sobre-as-supostas-ajudas-aos-meios-de-comunicacao-social/artigo/194342/), a propósito da recusa do Obervador relativamente às ajudas governamentais à Comunicação Social, afirmou: “Que me desculpe o Zé Manuel Fernandes, que foi meu diretor e de quem sou MUITO amiga, mas a isto chama-se populismo e golpe baixo.” Conclusão fácil: o “dono, director”, colunista” da dita publicação é um populista e utiliza o golpe baixo. Existem congéneres desse populismo e golpe baixo;  exemplos desses heróis populistas e utilizadores do golpe baixo aí estão: os actuais presidentes do Brasil e dos EUA (já Hitler e Stalin e quejandos o foram e o utilizaram).
2-     Guerra (sem resolução da ONU) de Invasão do Iraque:
As operações dessa Guerra de Invasão duraram de 20 de março de 2003 ATÉ 18 de dezembro de 2011, NOVE anos a ASSASSINAR INOCENTES civis Iraquianos; as mesmas operações custaram, dos entre 100 mil e 150 mil soldados dos Estados Unidos, 4.487 militares AMERICANOS MORTOS e mais de 32 mil FERIDOS; a revista The Lancet publicou em 2006 uma estimativa de 654.965 mortes entre IRAQUIANOS relacionadas à guerra, das quais 601.027 foram causadas por VIOLÊNCIA; os EUA terão gasto quase US$ 802 bilhões para financiar a guerra; o economista vencedor do prêmio Nobel Joseph Stiglitz afirma que o custo REAL chega a US$ 3 triliões se os impactos adicionais no orçamento e na economia dos Estados Unidos forem levados em conta; entre 2006 e 2010, até 1,6 milhão de IRAQUIANOS tiveram que ABANDONAR seus domicílios.

3- Guerra de Invasão do Iraque foi=é um crime de guerra:

Antes da Guerra de Invasão do Iraque, qual foi a atitude “jornalística” do referido Zé Manuel Fernandes? Foi a seguinte, depois de se saber que não existia o motivo que “inspirara” a invasão (as ADM):  Se ontem não consegui evitar uma lágrima furtiva [...] não deixo por isso de SABER que a batalha não está terminada, que são imensas as dificuldades e as incógnitas ainda pela frente”, José Manuel Fernandes, Público, 10/4/2003.”; este “jornalista” é supinamente arguto e escreveu: “Os motivos para a guerra não desaparecem, pois, mesmo SEM arsenais, Saddam possuía forma de os obter, e esse é que era o perigo: a eventual convergência entre um regime com capacidade para construir armas de destruição maciça e terroristas com vontade de as largarem em qualquer grande cidade do Ocidente”, José Manuel Fernandes, Público, 30/5/2003; José Manuel Fernandes comparou ao 25 de Abri a chegada dos tanques norte-americanos a Bagdade: quantos MILHARES de INOCENTES foram ASSASSINADOS no 25 de Abril? No Iraque: foram MAIS QUE 654.965 os IRAQUIANOS INOCENTES ASSASSINADOS relacionadas à guerra.- Aí está:  a mais recente dimensão desse horror é a acção da organização do Estado Islâmico: o daesh resultou do desastre que foram aqueles anos “americanos” no Iraque:  quantas vítimas inocentes daí resultaram e com que atrocidades (vítimas inocentes DEGOLADAS !)? José Manuel Fernandes, AO APROVAR a Guerra de Invasão do Iraque (que foi=é um crime de guerra) foi cúmplice moral dos ASSASSINATOS mencionados: Tanto é ladrão o que vai à vinha como o que fica à porta?

Conclusão: uma pessoa, de populismo e golpe baixo, que APROVOU um crime de guerra que (já em 2006), ASSASSINOU MAIS QUE 654.965 IRAQUIANOS INOCENTES, a maioria INOCENTES que nem soldados eram, ERAM crianças, idosos, mulheres grávidas – essa pessoa transforma tudo em cloaca.
4- DIGNIDADE: Tony Blair diz que se arrepende da guerra no Iraque e pede desculpas – em http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/07/tony-blair-diz-que-se-arrepende-da-guerra-no-iraque-e-pede-desculpas.html. - José Manuel Fernandes nem uma lágrima furtiva: golpe baixo reprodutor da cloaca.
-11JUN20 



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