quinta-feira, 26 de maio de 2011

Amadora, Portugal 7 Day Weather Forecast - WeatherBug.com

Amadora, Portugal 7 Day Weather Forecast - WeatherBug.com


Estamos - ainda - em Democracia. Na democracia a maioria dos Portugueses, isto é, os Portugueses-eleitores, elegem, ou seja, escolhem os Governantes. Portanto, os Portugueses são os culpados – os únicos; por isso, se há castigo que mereçam (ou de que sejam credores), vítima dessa punição devem ser os Portugueses. A partidarite é uma doença – gravíssima! - e, como todas as doenças, deve ser debelada. Aos maleitosos dessa enfermidade: vivam! E sejam ditosos!

quinta-feira, 3 de março de 2011

TODOS-QUASE

Claro que a liberdade é a máxima riqueza do ser humano. Não, porém, uma liberdade irracional. Irracional é a “liberdade” da partidarite. A partidarite é uma doença: obtura- nos os olhos da Razão; daí que olhemos para a realidade de forma patologicamente parcial. A realidade é o que é; não é o nosso olhar insalubre que a pode transformar: a nossa acção-pela-positiva é que a pode transformar.
O país, Portugal, atravessa, como todos-quase o dizem, uma grave crise. Ao lermos os jornais, ao vermos as televisões, ao ouvirmos os auto-ditos analistas ou comentadores onanistas, verificamos que todos-quase afiançam que têem a Razão e razão na barriga já grávida a parir o bota-abaixo pútrido, gravidez essa que carrega a maledicência, a crítica destrutiva. Todos-quase possuem, no bolso, a solução para os problemas do país: quase todos não têem espelhos. A positividade, o popularizado espírito positivo, tranquilizaria todos-quase.

domingo, 2 de janeiro de 2011



E depois? 
A Vida. O Mistério.
Aí está à tua espera a Vida. Tudo depende de ti. Somente de ti. És um ser único. Não há outro igual a ti. És insubstituível. Mas o mundo, a Vida continua mesmo sem ti, apesar de insubstituível. És insubstituível porque és tu e ninguém mais é (o teu) tu. Tu sozinho perante a Vida. Em sociedade contudo, porque há Mundo. Contudo e com tudo! A vida quer que venças, que sulques (n)as suas ondas sempre as vencendo mesmo acontecendo que elas sejam demasiado difíceis de ultrapassar. 
Viaja pela Vida à busca do Mistério. O Mistério está aí. Tens de O encontrar. Dialoga com Ele. Ele está aí. Aqui. Sempre a ouvir-te. Que tu O ouvirás.
Desta vez Fernando Pessoa, aliás Alberto Caeiro, não acertou ao dizer: "O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!
O único mistério é haver quem pense no mistério". É que aqui falo do Mistério, não do mistério.
Felicidades para sempre! Para "tu". Que o Mistério te acompanhará. Viaja para lá.

sábado, 1 de janeiro de 2011



Va', pensiero, sull'ali dorate.
Va', ti posa sui clivi, sui coll,
ove olezzano tepide e molli
l'aure dolci del suolo natal!
Del Giordano le rive saluta,
di Sionne le torri atterrate.
O mia Patria, sì bella e perduta!
O membranza sì cara e fatal!
Arpa d'or dei fatidici vati,
perché muta dal salice pendi?
Le memorie del petto riaccendi,
ci favella del tempo che fu!
O simile di Solima ai fati,
traggi un suono di crudo lamento;
o t'ispiri il Signore un concento
che ne infonda al patire virtù
che ne infonda al patire virtù
al patire virtù!

VA PENSIERO

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

NÃO HÁ QUEM NÃO TENHA, no bolso, (A) SOLUÇÃO PARA A GRAVE CRISE EM QUE PORTUGAL ESTÁ ATOLADO. São somente os excelentíssimos deputados - QUAIS? - que vociferam contra quem nos (des)governa: são necessárias medidas mais severas - mas ninguém diz quais são as mais severas.É tanta a hipocrisia que lançam a ameaça do FMI. É sempre fácil criticar DESTRUTIVAMENTE. Se cada cidadão contribuisse com a sua conduta honesta, a solução estaria encontrada. À boa maneira portuguesa: o melhor é esperar por D. Sebastião, sedentos que estamos dum messias (se os há, só os há com minúscula!)

sábado, 16 de outubro de 2010

Ba Na Li Da De


Onde está a novidade neste momento em Portugal?  Tanta fanfarronada, tanta fanfarra, para quê? Afinal, desde sempre que era claro que o OE para 2011 irá passar, isto é, ser viabilizado pela AR. Fanfarrões: só quem não quer ver é que não vê: claro que o interesse nacional tem de prevalecer.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Em Portugal





Parece que Portugal está mesmo nas lonas. Parece que.

 Os povos - e daqui ninguém retire o rabo! - têm os governantes que merecem. Merecem. Cada português, português eleitor, é conivente com a situação a que chegámos. Se quem agora (des)governa o país não merece estar no poder, então os eleitores que o ponham na rua. Ponham. Na rua. Na rua.
Ninguém fuja com o rabo à seringa. À seringa. O rabo. Que todos os eleitores têm, votem ou não votem.

domingo, 26 de setembro de 2010

  1. Segundo Stephen Hawking “God did not create the universe, a creator is "not necessary”, refere-o o The Guardian.
    2- Então como é?
    3- Isto foi há quantos milhões de anos?
    4-Há 2010 anos nasceu Jesus de Nazareth: só agora? 
     

domingo, 19 de setembro de 2010

Roger Lenaers: Otro cristianismo es posible. Fe en lenguaje de modernidad



Manuel Ossa, 2008, comentando a obra de Roger Lenaers,  Otro cristianismo es posible. Fe en lenguaje de modernidad escreveu:
 “En virtud de la dinámica interna de una evolución que también es obra creadora de Dios, el bloque granítico de la modernidad se ha desprendido por sí mismo del macizo montañoso de la historia humana, golpeando con fuerza los pies de arcilla de la fe medieval de la Iglesia. Y a este monumento grandioso - la vieja Iglesia institucional de veinte siglos cuya cabeza dorada está en Roma – le aguarda un destino semejante al de la imponente estatua que vio el rey Nabucodonosor en su sueño. Las ideas desarrolladas en este libro explican el por qué de este destino inevitable”

quarta-feira, 21 de abril de 2010

 
Quando se instaura um inquérito, a base de investigação tem de assentar, irrevogavelmente, na procura de “umaverdade que se achará ou não. 
É a atitude científica, objectiva: essa uma verdade somente se conhecerá se, para o inquérito, se começar e continuar com a mente virgem, liberta de preconceitos.

Partir de uma verdade preconceituadamente congeminada e já adquirida é perverter o debate e a procura da citada uma verdade...Que é que verificamos na Comissão de Inquérito parlamentar? Verificamos o seguinte: todos os partidos da oposição já têm na mão essa uma verdade...; esta já está na posse da oposição que a agarra e segura qual laparão. Não existe uma única pergunta da oposição que não queira ter na resposta a resposta que a oposição, com esparrela, fabricou. Basta ver as múltiplas ocasiões em que o deponente responde dizendo “já dei essa resposta uma 3 ou 4 vezes”. Querem os deputados da oposição capturar na armadilha os convidados? Querem, porque já têm a sua uma verdade: são pagos para fazerem mil e uma vez as mesmas perguntas para as quais, armadilhadamente, intimam a resposta que já fabricaram e para as quais os deponentes não dão a resposta que a oposição exige: decepção! Decepção é o que brilha nos olhos dos deputados da oposição! Apanham bonés!
A História tem as suas lições. Lembram-se? Há poucos anos o Iraque foi invadido por uma guerra assassina, de cujas actuais consequências assassinas os seus aprovadores ainda se vangloriam. Qual o fundamento aduzido para justificar o massacre de inocentes nessa guerra de invasão? Este: a existência de Armas de Destruição de Massas. Os aprovadores dessa invasão assassina afirmaram com unhas e dentes que essas ADM existiam. Um dos chefes de fila dessas afirmações foi Pacheco Pereira. As ADM não existiam. Ele imaginou-as, elas existiram: o “possível” foi transformado em real: ilação ilógica: ilação ilegal: irracional. Todos sabemos que o real é possível, não podemos é afirmar que o possível é real (se o não provarmos). Assim: Ele imaginou as ADM, elas existiram. Na realidade não existiram. Afirmar que existiam reduziu-se à mentira. Não existiam: ele mentiu.
Parece-me que está a acontecer o mesmo no actual inquérito parlamentar TVI/PT: a oposição (não por acaso realmente dominada por Pacheco Pereira) imaginou, o imaginado não existiu.
E aqui – país em crise - andamos nós “governados” por deputados que se contentam com o “disse que disse que disse que dissera”.
Vamos supor que, no meio de tão tempestuosos e contraditórios testemunhos, a oposição chega à “sua” verdade (mísera, pois). Que concluir praticamente? Cai o Governo? Sócrates demite-se? A oposição, ao fim de tanto tempo perdido, apresenta moção de censura? E depois? Quem ganha com esta automobilística chicana? Perdem os Portuguses.

terça-feira, 9 de março de 2010

Citação



09mar10 Granadeiro Não 

 

houve pressões para negócio 

 

com TVI"

 

Granadeiro: "Não houve 

 

pressões para negócio com 

 

TVI"

 

"O primeiro-ministro nunca solicitou à 

PT a compra de uma participação na 

Media Capital, lamento desapontá-

los"afirmou o presidente da PT.


Anabela Campos (www.expresso.pt)
19:18 Terça-feira, 9 de Mar de 2010

Henrique Granadeiro, presidente da PT, garantiu hoje que a única vez que falou com o primeiro-ministro sobre o negócio de compra de parte da Media Capital pela PT foi no dia 25 de Junho de 2009, à noite, salientando que nunca teve qualquer pedido de José Sócrates no sentido de avançar para o negócio.
 "Tenho a certeza absoluta que o primeiro-ministro, ou pessoas do Governo, nunca solicitaram à PT que comprasse uma participação na Media Capital. Lamento desapontá-los", afirmou na Comissão Parlamentar onde está neste momento a ser ouvido, na intervenção inicial, onde foi duro para os deputados.

"Não tive nenhuma pressão política para avançar com o negócio. Mas houve uma ingerência política inaceitável (dos partidos políticos) para que a compra não se fizesse", sublinhou. "Quem pergunta o que não deve arriscasse a ouvir o que não quer", acrescentou referindo-se aos deputados.
"Afirmo formalmente que a primeira e única vez que falei com o primeiro-ministro sobre o negócio foi no dia de 25 de Junho (de 2009) à noite na sequência de um jantar", esclarece. Tratava-se de um jantar com gestores e empresários em casa do Ministro da Economia, Manuel Pinho, onde o primeiro-ministro também se encontrava.

"A decisão de não avançar para a compra foi tomada por mim e pelo meu presidente da comissão executiva, Zeinal Bava, a 25 de Junho", adianta.

D E G R A D A N T E
















Em princípio as pessoas normais agem inteligentemente.
Há pessoas que, nessa condição, não agem inteligentemente.
Portanto essas pessoas não são normais. Estas pessoas, por isso, já não são normais; elas degradam a condição humana: são degradantes e, daí, superlativamente desumanas.

Sem ofensa para a arte teatral, é estomagante o espectáculo a que temos estado a assistir na Assembleia da República no inquérito sobre a liberdade de expressão.

Neste inquérito há duas partes: os auditores ou inquiridores e os auditados ou inquiridos. Os primeiros não têm a mínima noção do que seja um inquérito porque A) partem do “parti pris” de que já determinaram a condenação, neste caso, do Governo-Sócrates e B) interrogam os inquiridos já com as respostas que sabem que querem que conduzam àquela condenação; os inquiridos (alguns) A), obviamente, querem o mesmo que os inquiridores; daí que respondam de acordo com o preconceito (= pré-juízo) enraizado na citada condenação e B) navegam encharcados no diz-que-disse-que-disse-que-diz.

É degradante o facto de, num inquérito, o inquiridor partir de um pré-juízo: se já sabe “sua” verdade, não há razão para se realizar um inquérito. É degradante o facto de, num inquérito, o inquirido partir de pré-juízo: se já sabe “sua” verdade, não há razão para participar num inquérito.
Mais: neste caso quer o presidente da Comissão quer os mais “falados” dos inquiridos alinharam nítida e gulosamente nas teses predifinidas da oposição partidária.

Espectáculo degradante, que nada abona da inteligência humana.

[Entretanto note-se que em todos os “fora” (de “forum”) e em todos os meios de comunicação social nunca houve tanta liberdade de expressão sobretudo da parte daqueles que afirmam que essa liberdade não existe]

09mar10



Passaram três meses e Paulo Rangel confessa a sua coerência
(www.expresso.pt)
21:57 Quinta-feira, 29 de Out de 2009:

- passaram três meses, e

“Marcelo Rebelo de Sousa tem condições para ser um líder excepcional e o partido tem o dever de o fazer vir a ser líder", afirmou Paulo Rangel” que hoje, 10fevereiro2010, afirma que esse dever já não é dever.

- Paulo Rangel afirmou: "digo peremptoriamente que não estou na corrida"para presidente do PSD, porque é “facto de ter sido eleito euro-deputado há apenas três meses: "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia".
Vejamos:
1- “peremptoriamente” isto é “irrevogavelmente”: afinal para que serve o Dicionário da Língua?
2- “eleito euro-deputado há apenas três meses”: de três em três meses Paulo Rangel muda/troca-se irrevogavelmente.
3- "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia". Portanto: Paulo Rangel está a dar um mau sinal à democracia ao anunciar esta noite (10fev10) a sua candidatura à liderança do PSD. – O que é um mau sinal dado à democracia? Isso mesmo um mau sinal dado à democracia.
4-Paulo Rangel já começou a campanha a favor do professor e contra Pedro Passos Coelho.” – Assim: abandonou a campanha a favro do professor e começou mesmo a contra Passos Coelho.
5- As credenciais de Paulo aí estão: coerente!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Havia um plano!!!




Viva a impunidade!
O oficial de Justiça não conseguiu notificar os jornalistas visados numa providência cautelar ao Sol; estes não acataram a determinação da Justiça; isto é crime. Como sangues- sugas desinchadas e abutres esfomeados, ei-los em fila pré-matinal, os leitores, sedentos de sangue, a comprar (que de negócio se tratou e trata!) o tribunalmente proibido Sol. Se já se pode não obedecer à lei, então a impunidade – IMPANTE - está instalada e ENTRONIZADA. Admitindo mas não concedendo que “plano” houve, por que motivo e para que é que um ladrão deve ser preso? Por que razão e para que é que um empregador, após decisão judicial, não paga ao empregado o que o tribunal sentenciou? Basta não obedecer.

“A edição de hoje do semanário Sol volta a transcrever extratos do despacho do procurador João Marques Vidal, responsável pelo caso Face Oculta, em que considera haver "indícios muito fortes" do envolvimento do Governo, "nomeadamente o primeiro ministro", num plano de controlo de vários meios de Comunicação Social, além da TVI.”(Expresso on line, 12fev10): Aqui fica o desafio ao procurador João Marques Vidal e aos com ele concordantes para que descubram o vocábulo “plano” nas citações do suplemento Política e Sociedade do Sol de 12fev10: um bombom, pequenino e redondo, a quem o encontrar. Tudo depende de saber ler; não há comentador jornalista ou não que não fale no “plano”: o vocábulo ainda não surgiu (poderá vir a ser fabricado e por aí fora inscrito numa estrela); “indícios muito fortes”: tudo depende de saber ler. Quando existem forças partidárias e/ou motivações partidárias ou até pessoais, há sempre “indícios muito fortes” para se passarem rasteiras. Houve quem jurou que havia Armas de Destruição de Massas no Iraque. Porque motivo havia? Porque sim: eu, Pacheco Pereira ou o recente ex-director do Público, acho que essas armas existem no Iraque e, portanto, faça-se já a guerra de invasão: fez-se, e só soldados americanos já foram chacinados mais que quatro mil, não nos esqueçamos dos mais de cem mil civis inocentes assassinados por esses senhores da guerra inventores que foram das ADM, ainda continuam as vítimas dessa guerra: havia um plano porque sim, havia “indícios muito fortes” – não havia ADM.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010



Passaram três meses e Paulo Rangel confessa a sua coerência
(www.expresso.pt)
21:57 Quinta-feira, 29 de Out de 2009:

- passaram três meses, e

“Marcelo Rebelo de Sousa tem condições para ser um líder excepcional e o partido tem o dever de o fazer vir a ser líder", afirmou Paulo Rangel” que hoje, 10fevereiro2010, afirma que esse dever já não é dever.

- Paulo Rangel afirmou: "digo peremptoriamente que não estou na corrida"para presidente do PSD, porque é “facto de ter sido eleito euro-deputado há apenas três meses: "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia".
Vejamos:
1- “peremptoriamente” isto é “irrevogavelmente”: afinal para que serve o Dicionário da Língua?
2- “eleito euro-deputado há apenas três meses”: de três em três meses Paulo Rangel muda/troca-se irrevogavelmente.
3- "Seria um mau sinal dado à democracia. Ninguém compreenderia". Portanto: Paulo Rangel está a dar um mau sinal à democracia ao anunciar esta noite (10fev10) a sua candidatura à liderança do PSD. – O que é um mau sinal dado à democracia? Isso mesmo um mau sinal dado à democracia.
4-Paulo Rangel já começou a campanha a favor do professor e contra Pedro Passos Coelho.” – Assim: abandonou a campanha a favro do professor e começou mesmo a contra Passos Coelho.
5- As credenciais de Paulo aí estão: coerente!

Antes assim que a pide!


Não há nenhuma monda!
Não há nenhuma “monda”! O que há é uma jornalística mentalidade tão infantilizada que se auto-criou a certeza de infalibilidade: “os jornalistas são infalíveis” – isto não é uma impressão, é um “sacramento”, coisa sagrada propriedade exclusiva dos jornalistas e, daí, intocável porque insusceptível de ser beliscada: são os únicos conhecedores da(s) verdade(s) e, daí, têm sempre razão. Por que motivo têm sempre (a) razão? Porque têm tout court, sem mais: têm e pronto!
Talvez lhes assista e, daí, pertença uma ainda atávica mentalidade pidesca, isto é: por que motivo têm sempre (a) razão? Porque têm tout court, sem mais: têm e pronto! A ninguém assiste o direito da legítima defesa perante o ataque e/ou acusação dos jornalistas: têm razão, e pronto!
Basta estar atento e todos os dias verificamos quantas vezes notícias e comentários são contraditados de cinco em cinco minutos, de jornal a jornal, de rádio e a rádio, de tv a tv. Antes assim que a pide.

cometeram o crime de revelar o que se estava a passar num processo judicial



Era uma vez um procurador, um juiz e um processo. Processo designado “Esconso Semblante”, relativo ao sr. A e ao sr. B; deste processo constou uma série de telefonemas. Estamos em 1980, Dezembro.
O primeiro, analisando o processo relativo ao sr. A e ao sr. B, encontrou (como o segundo) telefonemas do sr. A para o sr. X. Ambos (ninguém viu) foram tomar café. Junho. Você que me diz sobre o comportamento do sr. X? Acho que se meteu num negócio sobre a empresa Y, responde o outro. Também me pareceu isso, retorquiu o interlocutor. Isso é crime contra o Estado, não acha, amigo? Claro, amigo, sim. Que fazer? Respondo já, vamos contar isto a alguém, convidamos para almoçar a Joana Geronta ou um dos seus amigos. Meu amigo, é para já, estou farto deste governante, é que nunca mais de lá sai, não sai a bem sai a mal. Almoço de quatro, os dois mais a srª. Geronta e o sr. Amuado, convidado que fora, sem comparecer, o sr. Berrador. Dia seguinte ao almoço. Minha senhora, acha que há liberdade de informação no nosso país? Não há, já desde Junho que ando a dizer a isso. Como é que srª. soube? perguntou o incipiente periodicista. As fontes não se revelam, não é sr. periodicista? Afinal, minha senhora, o primeiro e segundo cometeram o crime de revelar o que se estava a passar num processo judicial, isso é crime contra o Estado de Direito. Sr. periodicista, essa é a sua opinião,... desde Junho que ando a dizer a isso. Pois anda, minha senhora, o meu colega também! Temos razão os dois, está a ver?

Está aí quase a chegar...

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Estão a ofendê-la

2- Daniel Oliveira afirmou: “Eu não quero a pata do Governo na comunicação social. Mas também não quero, seguramente, a pata dos jornalistas nos nossos telefones.”. Verificamos que, no caso das escutas, está lá a pata dos jornalistas nos nossos telefones. – Dum dicionário respiguei: “pata” significa “pé, perna ou membro de animal irracional; extremidade da âncora; extremidade do anzol a que se prende a linha; (fig.) pé grande de pessoa; tirania; domínio; jugo;”. Assim: “pata” de animal irracional, tirania dos jornalistas (alguns, claro).


Já Agora: anda Manuela Ferreira Leite a afirmar que há meses que chamou a nossa atenção para esta situação das escutas. Pergunta: como é que ela soube do conteúdo das escutas telefónicas agora publicadas? Terão sido os magistrados que tratavam do correspondente processo quem revelou a Manuela F Leite esse conteúdo? Não custa crer. És magistrado e tens um processo em mãos. És movido por interesses político-partidários. Tens determinada orientação ideológica e/ou partidária. Não gramas o ministro Sócrates. Nesse processo tens acesso a escutas telefónicas. Lateralmente, de modo indirecto, ouves uns telefonemas do Sócrates a um amigo: conversa privada e que não tem a ver com o crime do processo. Esqueces-te que quando falas ao telefone com os teus amigos tens desabafos que podem ofender terceiros ou quartos, etc.. Dado que estes dados todos se conjugam na tua pessoa de magistrado, olá, vou contar isto (as conversas privadas) ao dirigente do “meu” partido e, assim, este pode dizer que sabe “coisas” mas não revela as fontes.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

naquele alto da montanha na minha casa

naquele alto da montanha na minha casa

1

4000 soldados americanos mortos no iraque

soldados americanos mortos no iraque

...iraque

Guerra contra Iraque é contra o direito internacional

Parabéns a Durão Barroso, Pacheco Pereira, Paulo Portas e companhia:

1º por serem moralmente responsáveis pelo massacre de inocentes na guerra de invasão do Iraque;

2º por que são ignorantes em direito internacional: L'ancien conseiller juridique principal du Foreign Office a déclaré, mardi 26 janvier, qu'il avait déconseillé au gouvernement de Tony Blair une invasion de l'Irak, la jugeant contraire au droit international. "Je considérais que l'utilisation de la force contre l'Irak en mars 2003 était contraire au droit international", a déclaré Michael Wood dans une déclaration écrite adressée à la commission d'enquête britannique sur la guerre en Irak.

3º pelo resto da ignorância que tem vindo a demonstrar, pois fala do que não vê (mas viu as ADM!),e somente do que inventa

L'ancien conseiller juridique principal du Foreign Office a déclaré, mardi 26 janvier, qu'il avait déconseillé au gouvernement de Tony Blair une invasion de l'Irak, la jugeant contraire au droit international. "Je considérais que l'utilisation de la force contre l'Irak en mars 2003 était contraire au droit international", a déclaré Michael Wood dans une déclaration écrite adressée à la commission d'enquête britannique sur la guerre en Irak. (LEMONDE.FR avec AFP | 26.01.10 | 16h30 • Mis à jour le 26.01.10 | 17h07)

(http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL360680-5602,00.html, 23/03/08 - 19h17 - Atualizado em 23/03/08 - 19h39 ):

Número de soldados americanos mortos no Iraque beira os 4 mil

Guerra no Iraque completou 5 anos na semana passada.
29.451 soldados foram feridos, informou o Pentágono neste domingo (23)






quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Esta noite sonhei...

Sonhei
que tinha uma casa
naquele alto
da montanha,
sonhei
naquele alto da montanha
na minha casa
sonhei
 

 Um olho vê o outro

Saco cheio? Para quê?... Para rebentar?
O santo sou eu! O santo sou eu! Toda a razão está do meu lado. Toda! Só eu é que tenho a razão...- porque é a minha opinião... sic! Nada há a provar, eu digo e pronto! A verdade tenho-a eu, é minha. Porque só eu é que existe. Quem é o outro? Não existe: Um olho vê o outro.

O essencial só se vê com o coração, alguém o terá já dito. A intransigência



 
pode muito bem ser a ausÊncia daquele essencial. É preciso, deve-se perdoar 70x7: claro que não somos Jesus de Nazareth para o termos dito e feito, mas somos uns "cristos" que por aí andamos nestes mais que breves dias desta brevíssima vida. Endurecer o coração? Ficamos cegos. Contra o caos, a Luz!

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Falta literacia, disse António Barreto.
Claro, este país (como, aliás, todos os outros) só sairá do caos quando tiver uma população instruída. Sem formação os povos não se formam, não se informam e não se constroem nem constroem. Em Portugal, hoje, de facto Falta literacia.
Por isso já estaremos no caos?

Nunca seremos absorvidos pelo caos, se, como nação, o não quisermos.
Para isso, como sempre e em tudo, são os que foram mandatados pelo povo para o representar que devem começar a não terem Falta de literacia. Esses senhores não servem o país, todos eles, de todos os partidos votados. Só quando começarem – todos – a pôr de parte os seus orgulhos inconsequentes é que o país poderá começar a desenvolver-se.

domingo, 29 de novembro de 2009

"opinião fundamentada e uma discussão informada"

"opinião fundamentada e uma discussão informada", li esta expressão na entrevista que António Barreto deu ao "i" de 20Nov09.

1- opinião fundamentada: é habitual ouvirmos as pessoas dizerem, quantas vezes com pompa e circunstância, "é a minha opinião" e dão, assim, por encerrada a questão como se de toda a razão fossem possuidoras. Desta maneira não é possível haver


2 - discussão informada, que esta só tem sentido se a opinião expressa for fundamentada. Caso contrário, seremos escravos do caos: todos têm razão (porque "é a minha opinião") e, assim, ninguém tem razão; é que a soma infinita das infinitas opiniões infinitamente "nossas" resulta no caos e aqui ninguém se entende.

--- "é a minha opinião" assumida como a verdade infalível constitui-se na forma mais patente da suma ignorância.

Anda e andará sempre torto o mundo em que o "é a minha opinião" não fundamentada prevalecer obtusamente. E aqui ninguém se entende!!!

domingo, 13 de setembro de 2009

Amigo dos senhores da guerra e "filósofo""







Há doentes mentais que, pelo facto de o serem, merecem todo o respeito que é devido a cada ser humano.
Há seres humanos que, pelo facto de agirem propositada e aleivosamente como doentes mentais, não merecem a consideração de ninguém e, daí, os ofendem desatinadamente.
Vejamos: Descartes afirmou “Cogito, ergo sum”, isto é “Penso, logo existo”. Não interessa, aqui e agora, a inerente questão filosófica. O sujeito gramatical é o mesmo nos dois verbos: ”eu”. Se Pacheco Pereira (o português mais despeitoso de sempre e visualmente infeliz porque sempre privado de alegria) usasse o mesmo sujeito gramatical, até podia ser alcandorado a “filósofo”. Mas não: infamar-se-iam os filósofos! Pacheco raciocina assim: eu, Pacheco, penso, portanto, a realidade exterior a mim tem de existir. Provas? Aqui vai uma, a única necessária e irrevogável e universal: Pacheco Pereira, com unhas e dentes aguçados, afirmou que no Iraque, do imperdoável e sinistro Saddam, existiam Armas de Destruição de Massas (AMD): existiam, existiam, existiam – disso tinha a certeza absoluta e provas necessárias e irrevogáveis e universais. Toda a gente tem provas necessárias e irrevogáveis e universais de que não existiam. Conclusão? Pacheco mentiu; quem mentiu foi mentiroso.
E juntou-se aos senhores da guerra.
E este excelente comentador (com ofensa para esta “profissão”) continua a raciocinar da mesma maneira: eu, J. Pacheco Pereira, penso, portanto, a realidade exterior a mim tem de existir. É-lhe inerente esta capacidade de pensar. Daí que, desde há muito, tem estado mentalmente enfermiço (é que vegeta em ódio!). Óbvio que já ninguém lhe dá troco. Pobre da Manuela que o tem como conselheiro especial: é por isso que ela comete tantas “gaffes”, asneiras sobre asneiras, que os candidatos a presidentes do PSD o expulsarão do seu círculo. Veremos.
Pacheco prometeu que ia demonstrar onde estavam as ADM? Sabia, de certeza absoluta, que existiam; não sabia bem onde. Pobre Manuela, que, na sequência dos conselhos de Pacheco, bem disse que queria suspender a democracia... por uns tempos! E casamento só para ter filhos!...Quem tem tal mestre...! “Eu penso, logo: a realidade exterior a mim existe”.

sábado, 4 de julho de 2009

"le président sortant trop libéral, et peu réactif face à la crise économique"
Verdade: Barroso, além de ser um dos Senhores da Guerra, nada fez para combater a crise financeira, aliás "desapareceu" nos primeiros meses da crise.Não merece continuar, fugitivo que é,na presidência da Comissão: pobre Europa se ele continuar.

segunda-feira, 15 de junho de 2009








O que é a guerra?
Resposta de António Vieira:


“É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades, e talvez em um momento sorve os reinos e monarquias inteiras. É a guerra aquela calamidade composta de todas as calamidades, em que não há mal algum que, ou se não padeça, ou se não tema, nem bem que seja próprio e seguro. O pai não tem seguro o filho, o rico não tem segura a fazenda, o pobre não tem seguro o seu suor, o nobre não tem segura a honra, o eclesiástico não tem segura a imunidade, o religioso não tem segura a sua cela; e até Deus nos tempos e nos sacrários não está seguro” (Padre António Vieira (1608-1697), Sermão Histórico e Panegírico nos Anos da Rainha D. Maria Francisca de Sabóia).

Fernando Pessoa afirmou que António Vieira é o "Imperador da língua portuguesa" no 3º verso da 1ª quadra do segundo "Aviso" da terceira Parte da Mensagem. Sabemos que F.Pessoa disse "Minha Pátria é a língua portuguesa" . Lógico: Vieira é o imperador da pátria de Pessoa.

Nos Açores, em terras de Portugal, quem anfitrionou os Senhores da Guerra de Invasão do Iraque (Bush, Blair, Aznar - BBA)?
Foi Manuel Durão Barroso que, ao carimbar e, daí, ao abençoar esse acto, se tornou no 4º Senhor da Guerra (BBA e B).

1- “É a guerra aquela tempestade terrestre, que leva os campos, as casas, as vilas, os castelos, as cidades,”: foi isso que Barroso quis.
2- “É a guerra aquela calamidade composta de todas as calamidades, em que não há mal algum que, ou se não padeça, ou se não tema, nem bem que seja próprio e seguro.”: foi isso que Barroso quis.
3- Na guerra “O pai não tem seguro o filho, o rico não tem segura a fazenda, o pobre não tem seguro o seu suor, o nobre não tem segura a honra, o eclesiástico não tem segura a imunidade, o religioso não tem segura a sua cela; e até Deus nos tempos e nos sacrários não está seguro”: foi isso que Barroso quis: a morte do pai e/ou do filho, de todos os inocentes que a guerra ceifou.
Nada disto lhe pesa na consciência – já o confessou.
É o único sobrevivente dos quatro Senhores da Guerra.
Por isso não voto na sua re-eleição para presidente da Comissão Europeia.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Um dos senhores da guerra




Na actual crise financeiro-económico-social ficou e continua claro que os politicamente eleitos não souberam trabalhar ou não trabalharam para evitar a crise ou, pelo menos, para lhe dar remédio rápido
Basta ser escravo e servil para se chegar a esses lugares.
Sabemos que a maior maioria dos políticos só se serve e não serve os cidadãos: enchem os seus próprios bolsos, e quanto podem, com o dinheiro do trabalho dos outros.
Na altura, João Paulo II enviou o cardeal Laghi como enviado especial doVaticano para dissuadir Bush júnior do seu desígnio sobre o Iraque. João Paulo II opôs-se completamente à guerra de invasão do Iraque. – Que fez o então primeiro-ministro português, Durão Barroso? Durão Barroso foi o porteiro das Lages (Açores), o servil anfitrião, isto é, foi Durão Barroso que recebeu os SENHORES DA GUERRA e, com eles, aprovou essa guerra. - Já estamos no 5º aniversário da intervenção americana no Iraque. – Durão Barroso (Paulo Portas e Companhia) enviou soldados portugueses para essa guerra. Já morreram 4.000 soldados americanos em 5 anos, talvez não faça demasiado impacto até porque se trata de soldados profissionais, soldados que não foram mobilizados mas que deliberadamente escolheram este modo de vida. MAS, há que acrescentar mais de 100 mil civis inocentes assassinados e mais de um milhão de inocentes deslocados para os países vizinhos. Barroso e Companhia têm responsabilidade (pelo menos, responsabilidade moral) no assassinato desses inocentes numa guerra de invasão cuja causa se provou que estava errada. Errada – por que motivo? Porque os SENHORES DA GUERRA e o seu anfitrião se deixaram levar por impressões: as tais Armas de Destruição de Massas não existiam. (Não esquecer os milhares de inválidos que essa guerra já produziu. Também destes Barroso é culpado). 4.000 soldados americanos mortos! Mais de 100 mil civis inocentes assassinados e mais de um milhão de inocentes deslocados!
No dia 07 de Abril de 2009, no noticiário das 15h, a SicNotícias, mostrou parte do discurso de Obama na Turquia, em que disse : ”… reprovo que no Iraque as tropas americanas tenham rebentado com a vida de tantos inocentes”. Barroso aprovou essa guerra em que foram assassinados milhares de inocentes civis, crianças, mulheres, idosos, doentes.
Barroso "Tem um corpo de plástico, moluscóide, de quem não tem coluna vertebral." afirmou Fernando Nobre, presidente da AMI (=Assistência Médica Internacional), num ataque ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, alegando que "é o único que resta no activo da cimeira da vergonha ", no Diário de Notícias, 07/04/2009.
.
A 19 de Março de 2006, ao "Le Grand Juri/RTL/Le Figaro", o actual Presidente da Comissão Europeia disse: "Não foi Portugal que decidiu a guerra" contra o Iraque. E onde está aqui a notícia, senhor ex-Primeiro Ministro de Portugal, trânsfuga para a doce Europa? – Como é que um Presidente da Comissão Europeia pôde declarar que Portugal não decidiu a guerra? Barroso acha e achou que todos os cidadãos do mundo, da Europa e de Portugal, são estúpidos: viva o génio!
Mais: os custos financeiros da guerra foram enormes. Quase toda a despesa, militar e administrativa, tomba sobre o Tesouro dos EUA, é paga pelo Estado americano. Após oito anos sob Bill Cliton, Bush júnior herdou uma América com o superavit que Clinton lhe legou; com remissão de grande parte da dívida central, Bush deixa agora as finanças federais com um enorme deficit e o país em caminho de recessão, arrastando atrás de si quase todo o mundo. – Barroso e Bush que, obviamente, prometeu a Barroso a sua (de Bush) influência para o cargo de Presidente da Comissão Europeia: “Não há almoços grátis”.
“Anche se formalmente è ancora primo ministro José Manuel Durão Barroso è già uscito dalla scena politica portoghese quando ha accettato di essere il successore di Prodi alla testa della Commissione europea”( 1 luglio 2004- Corriere della Sera).
Mais: Durão Barroso foi eleito pelos Portugueses. Barroso prometeu governá-los por quatro anos. Entretanto já prometera que iria governar mais 4 anos. Ao todo, portanto: 8 anos.
Que é que aconteceu entretanto? Ao fim de dois anos de governação, Barroso, sem razão, sentiu-se derrotado nas eleições europeias. Que é que fez? Abandonou a governação que prometera ao povo que o elegeu e que só ele – povo - tinha o direito de o rejeitar. Fugiu para Bruxelas. E aqui que é que tem feito, além de encher os bolsos nas doçuras de Bruxelas? Provas!
Desafio quem quer que seja a enviar-me informações sobre a intervenção de Barroso na crise financeira mundial durante os dois primeiros meses da mesma crise.

O G20 acabou de “condenar” os paraísos fiscais; pergunta: quem é/está a favor desses paraísos fiscais? Os paraísos fiscais “vivent de la dérégulation et prospèrent sur l'argent sale ou illégalement dissimulé” Mais : Paraísos fiscais “les pratiques de ces territoires qui vivent de la dérégulation et prospèrent sur l'argent sale ou illégalement dissimulé. Les paradis fiscaux incitent au pillage fiscal systématique des économies voisines et organisent la protection judiciaire de ceux qui fuient le respect des lois” ( LE MONDE on line| 14.04.09). Outra pergunta: que tem feito Barroso para combater os paraísos fiscais?
Resposta: “l'Union européenne des gouvernements libéraux incarnée par José Manuel Barroso a pris tout au contraire des mesures concrètes pour conforter les paradis fiscaux »( LE MONDE on line| 14.04.09) Outra resposta : o sr. Barroso contribuíu para « la dérégulation et prospèrent sur l'argent sale ou illégalement dissimulé » ; sabemos que a desregulação, o dinheiro sujo e ilegal foram as causas da crise financeira que assola o planeta. Enquanto a maioria de nós pagava impostos, os depositantes nos paraísos fiscais fugiam aos impostos.


Numa recente edição do Le Monde pudemos ler:
- « Après les dirigeants d'entreprise, montrés du doigt pour leurs rémunérations, stock-options et parachutes dorés jugés indécents en ces temps de crise, c'est au tour des commissaires européens d'entrer dans l'oeil du cyclone » […] « qui perçoivent une indemnité atteignant jusqu'à 65 % de leur salaire pendant les trois ans suivant leur départ. » -
De facto (conferir « «http://alternatives-economiques.fr/blogs/raveaud/2009/03/31/le-scandale-des-salaires-et-autres-avantages-des-commissaires-europeens/ ) : « M. Barroso percevra, lorsqu'il quittera ses fonctions, une "indemnité de réinstallation" (24 422 euros, soit un mois de traitement) et une "indemnité de transition" (190 653 euros annuels, versés pendant trois ans) ». – Indemnização de reinstalação ???. Mais : « L'Allemand Martin Bangeman, ancien commissaire aux télécommunications, s'est retrouvé chez le géant espagnol des télécoms Telefonica, l'Italien Mario Monti, ancien commissaire à la concurrence, chez Goldman Sachs, "virtuose des fusions et acquisitions", le Belge Etienne Davignon (industrie) chez Suez-Tractebel, le Britannique Leon Brittan (concurrence) chez UBS Investment Bank, etc. » - Indemnização de reinstalação ???
- Indemnização de reinstalação , para quê??? Com tantos desempregados todos os dias em toda a União Europeia, eles recebem, depois da indemnização opulenta, uma segunda Indemnização de reinstalação ???
Indemnização de reinstalação ??? Repito:
1- « L'Allemand Martin Bangeman, ancien commissaire aux télécommunications, s'est retrouvé chez le géant espagnol des télécoms Telefonica, l'Italien Mario Monti, ancien commissaire à la concurrence, chez Goldman Sachs, "virtuose des fusions et acquisitions", le Belge Etienne Davignon (industrie) chez Suez-Tractebel, le Britannique Leon Brittan (concurrence) chez UBS Investment Bank, etc. Estes senhores não precisaram de Indemnização de reinstalação
2-Os senhores seguintes TAMBÉM não precisaram de Indemnização de reinstalação (ler Expresso on line de 6 de Abr de 2009)
-“ Manuel Dias Loureiro [...] De secretário-geral do PSD subiu a ministro todo-poderoso. [...] A política ofereceu-lhe visibilidade, mediatismo e uma mão-cheia de bons contactos. Os negócios a que se dedicou, depois, renderam-lhe milhões. [...]Os contactos que estabelecera enquanto governante revelavam-se preciosos, e, através de um ministro marroquino próximo do Rei Hassan I, consegue a concessão do fornecimento de água e electricidade a Rabat. [...] O antigo secretário de Estado de Cavaco (José Oliveira Costa, agora em prisão preventiva) oferece quase 55 milhões de euros e Dias Loureiro encaixa 8,2 milhões de euros, cinco dos quais aplica na Sociedade Lusa de Negócios (SLN). Num ano declarou cerca de um milhão de euros de rendimentos, superiores ao do homem que mais portugueses emprega no país a seguir ao patrão Estado, Belmiro de Azevedo. É conselheiro de Estado e o seu nome está na praça pública, por alegadas irregularidades no caso da gestão do BPN. Vive actualmente no Monte Estoril, numa casa adquirida por mais de 2 milhões de euros”( 6 de Abr de 2009 Expresso on line). Este senhor (político) não precisaria de Indemnização de reinstalação.
- Jorge Coelho (PS) “é hoje um dos homens-fortes da Mota-Engil, uma das principais empresas nacionais de construção”. [...] 1988. Altura em que foi para Macau, sob a administração de Carlos Melancia, para sempre ligado ao caso do fax de Macau. Ali exerceu os cargos de chefe de gabinete do secretário de Estado-adjunto dos Assuntos Sociais, Educação e Juventude e secretário-adjunto para a Educação e Administração Pública do executivo de Macau.- Este senhor (político) não precisaria de Indemnização de reinstalação .
- Joaquim Pina Moura (PS): “É há muito apontado como o "homem dos espanhóis" em Portugal. Primeiro assumiu a presidência para o mercado português da Iberdrola (a mesma empresa que entrou na Galp quando ele era ministro da Economia) e deixou a Assembleia da República para governar os destinos da Media Capital (dona da TVI), a convite também de uma empresa espanhola, a Prisa, ligada ao partido socialista de Zapatero. Deixou recentemente o cargo para se dedicar, como disse, "em exclusivo à Iberdrola" numa altura em que a empresa espanhola ganhou, em Portugal, a construção de quatro barragens e a exploração da barragem de Castelo de Bode”. Este senhor (político) não precisaria de Indemnização de reinstalação.
- “Outras figuras catapultadas directamente da política para a banca foram Fernando Nogueira (PSD) e Celeste Cardona (CDS). O primeiro foi ministro-adjunto, ministro dos Assuntos Parlamentares, ministro da Presidência, ministro da Justiça e de depois da Defesa, antes de ser nomeado responsável pelo banco BCP em França. Presidiu ao Millennium em Angola e é actual secretário-geral da Fundação bcp Millennium, em Lisboa. Já Celeste Cardona, que não chegou a aquecer a cadeira da Justiça, no Governo de coligação PSD/CDS-PP, passou, sem perder tempo, das funções governativas para a administração da Caixa Geral de Depósitos, debaixo de fortes críticas. Com a ascensão de Faria de Oliveira à presidência, Celeste Cardona foi transferida para o BCI Fomento como administradora não-executiva, cargo que aceitou, "com muito gosto", como a própria referiu.” - Estes senhores (políticos) não precisariam de Indemnização de reinstalação.
- “A banca foi, ao longo dos últimos anos, um dos sectores que mais acolheu nos seus quadros e conselhos de administração ex-governantes, especialmente ex-ministros das Finanças. Nomes relevantes como os dos socialistas Vítor Constâncio (BPI e mais tarde Banco de Portugal), António Vitorino (Santander-Totta) e dos sociais-democratas, Mira Amaral (BPI/CGD), de onde saiu em 2004 com uma reforma mensal de 18 mil, Miguel Beleza (BCP), Manuela Ferreira Leite (Santander-Totta), Miguel Cadilhe (BCP) e Carlos Tavares (CGD/BPSM/STA). Bagão Félix (BCP) ou Oliveira Costa (BPN), foram membros de órgão sociais da banca privada nacional.” - Estes senhores (políticos) não precisariam de Indemnização de reinstalação.
- “Paulo Teixeira Pinto que chegou mesmo ao topo do maior banco privado nacional. Ex-secretário de Estado da Presidência e porta-voz de Cavaco Silva, Teixeira Pinto foi um homem que subiu a pulso. [...] convidado para integrar o segundo Governo de Cavaco Silva. Finda essa experiência, onde se destacou, ingressou nos quadros do (banco) BCP tendo assumido a assessoria jurídica. Quatro anos depois foi nomeado secretário-geral da sociedade, e, em 2005, assumiu a presidência do maior banco privado nacional, tendo renunciado ao mandato em 2007, sob fogo cruzado com o fundador da instituição, Jardim Gonçalves. Decidiu não trabalhar nos próximos anos para qualquer outro banco. É hoje consultor em várias empresas, vice-presidente da Universidade de Lisboa e dedicou-se, em paralelo, ao negócio da edição e à pintura”- Este senhor (político) não precisaria de Indemnização de reinstalação.
- “Tony Blair (um dos SENHORES DA GUERRA), que depois de dez anos a governar a Inglaterra em nome dos Trabalhistas é hoje um dos homens mais bem pagos da Europa, cobrando entre 125 e 250 mil euros por cada uma das conferências que faz pelo mundo. Além disso, conseguiu um salário de luxo como consultor no banco americano JP Morgan, que agora está no centro do furacão da crise económica mundial. Cobra por esse trabalho 800 mil euros e confessou ao "Financial Times" que estava disponível para aceitar posições noutras empresas. Aceitou, entretanto, o cargo de conselheiro para as relações internacionais e questões ambientais da Zurich Finantial Services.” - Este senhor (político) não precisaria de Indemnização de reinstalação.
- “Também Gerhard Schroeder e José María Aznar (o 3º dos SENHORES DA GUERRA) se deixaram seduzir pela tabela de preços do sector privado. O primeiro, depois de deixar a Chancelaria alemã, passou a representar os interesses da Gazprom, o gigante russo do sector energético; e Aznar ocupa um alto cargo no império de media de Rupert Murdoch. - Estes senhores (políticos) não precisariam de Indemnização de reinstalação.
- “Ângelo Correia (que foi ministro de Cavaco Silva) disse: "A política dá uma base de conhecimentos e experiência muito grandes. Que ninguém diga que não beneficiou nada com o facto de ter passado pela política”: Coitado do Barroso!
Que fez ele, nem que fosse só para, pelo menos verbalmente, morigerar estas situações escandalosas?! Nada de nada.
Participara na “cimeira da vergonha”, a recepção que Barroso fez aos SENHORES DA GUERRA- Vergonha!
Mesmo que seja bom para Portugal (o que não está provado), o pai ou padrinho da cimeira DA VERGONHA e o político que nada fez para corrigir os erros que causaram a crise financeira mundial não deve ser o presidente da Comissão Europeia.

Arquivo do blogue