terça-feira, 19 de junho de 2007


Podia ser de laranja

Uma rábula, historieta, historiúncula, ficção. Uma rábula, afinal - acto de pura imaginação: imaginem, fantasiem.

As asas da imaginação não têm limites de nenhum tipo. E não é proibido imaginar.

Um rábula afirma com unhas e dentes que o PSD é um "partido de esquerda não marxista”. Este rábula deve ter vergonha que o psd seja de direita. Facto é que até o prof. Marcelo admite que é de direita.

O ficcionado dito rábula, há coisa de uns 30 dias, “feeeesteeejooouuuu” um dos seus anos de adiantado sexagenário.

De passagem se anote que esse rábula já foi militante-de-cartão do psd.
Podia ser de qualquer outro partido. Este rábula, porém, por despeito, incapacidade e acobardamento de enfrentar outras seitas partidárias, é do psd. Contudo… já esfarrapou o cartão-de-militante num acto, verbaliza ele, de indignação pelo que de primário sectarismo mafioso verificou existir dentro da seita (ou bando, como asseverava o dito) em que - militar - militava.

Continua, contudo, e apesar dele próprio (isto é: malgré lui!), a militar pela mesma seita.
Depois do abandono ou rejeição porfia em militar na e pela mesma seita. Aliás, está-lhe no carácter-na índole-na vocação militar pela mesma seita.
Mesmo depois de, trânsfuga, abandonar ou desertar a seita, aferrenha-se, todavia, e apesar dele próprio (isto é: malgré lui!), a militar pela mesma seita.
O rábula ainda vive com saudades do seminário em que, fraco e poltrão, militou e aonde, duplamente casado, com filhos e netos, cagarola e cobarde, almeja e suspira ofeguentamente, perante os mencionados, regressar e ingressar: sai das seitas e anela por elas: coitado do traumatizado-recalcado! Confessa que “quem é contra nós não presta” completamente igual a Vasco Gonçalves (= a totalitarismo = a este rábula).

O aludido rábula, há coisa de uns 30 dias, “feeeesteeejooouuuu” um dos anos de seu adiantado sexagenário. O nume genial - militar - militante teve um bolo de aniversário. Óbvio. Presentes à cortadela: casal de “comprades” cujos rebentos recentemente puseram fim à nubilidade. E um convidado que não condivide as orientações (superficiais - como o fazem na religião que se autodizem, bronca e ignaramente, professar) psdianas dos já citados.

Um bolo!

Um símbolo é imagem ou objecto material que representa uma realidade visível.
Abram os olhos: no bolo, está o símbolo (ou bandeira) do PSD! Poder-se-ia dizer “um bolo do psd”.
Que fizeram?

Que é uma bandeira? Esta serve de distintivo a uma nação, agremiação, sociedade, corporação, agremiação política e/ou simboliza união ou comunhão de ideais, de interesses.

Que fizeram?
Asiram ou empunharam a naifa ou a faca de cortar bolos. Cortando o bolo, repartiram-no. Carcomeram, isto é, comeram o bolo. Que acontece ao que comemos, vai para onde? -> Para esse lugar, cantados os parabéns e…contentes, enviaram eles esse símbolo da união ou comunhão de ideias, de interesses do psd !!!

Bem fez o convidado: perante a nojice ou a nojeira da cena da já-bandeirola, o convidado, constrangida e coacta mas educadamente, mandou esse símbolo da união ou comunhão de ideias, de interesses do psd !!!, mandou-o para o sítio onde vão parar as fezes de quem come… o tal sítio. Todos mandaram o psd para a matéria fecal, isto é à m…!
Santos - militar - militantes!
(Em qualquer outra seita partidária teria sido possível isto acontecer)

sexta-feira, 18 de maio de 2007



Andamos todos enganados. (TODOS???!!!)



Achamos que já sabemos tudo.

Basta olhar para os que "acabaram" os estudos, seja a primária, seja o secundário, seja a licenciatura, seja o mestrado, seja o doutoramento, etc.



Cada uma das fases anteriormente nomedas postula a seguinte. Daí que cada grau é uma "licença para estudar". - (Ver, mais à frente, a definição de "fase"), ou melhor: "dever de continuar a estudar"



Quem, depois de acabar cada uma das fases citadas, não continua a estudar, mais e mais, é burro; logo, estúpido; portanto: cretino,

isto é:

"1- que ou quem sofre de cretinismo ('estado patológico')
2 -(1899) Uso: informal.
que ou aquele que apresenta comportamento comparável ao desse estado; imbecil, idiota
3 -Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
que ou quem é ou se apresenta de modo insolente; inconveniente, atrevido
"
(ver dicionário abaixo referido)



Esquecemos (pior será se não sabemos) que afinal tudo é temporal, histórico, ambiento-cultural.



Nascemos num determinado tempo, numa determinada conjuntura histórica; logo: num determinado ambiente físico-cultural.








Dicionário de Houaiss : "Fase"é "cada um dos estados de algo em evolução ou que passa por sucessivas mudanças"

terça-feira, 15 de maio de 2007

IRRACIONAL(idade)








IRRACIONAL(idade)




A mania que certas pessoas têm de ter sempre razão, incapazes (isso mesmo: INCAPAZES!!!) de reconhecer que também tão bem se enganam, também tão bem cometem erros!




Eu estou-me nas tintas por 0u para ter ou não ter razão. Não me interessa ter razão: as coisas são o que são, a realidade é isso mesmo: realidade.




A procupação de certas pessoas é esta, ou a tendência natural de certas pessoas é esta, a natureza de certas pessoas é esta: a convicção de todo em todo absurda de terem sempre razão e jamais pedirem desculpa mesmo quando insofismável e claramente está provado que estão erradas.




Tudo tão claro como a(s) imagem(s) acima.




Por isso é que: Eu estou-me nas tintas por 0u para ter ou não ter razão. Não me interessa ter razão: as coisas são o que são, a realidade é isso mesmo: realidade. O resto é irracional(idade).


sexta-feira, 16 de março de 2007




É fácil falar, falar, falar.
Difícil, e humano, é
ter a coragem de lutar,
ir para a frente,
enfrentar de caras o inimigo e
dar-lhe luta.

Fugir nunca é solução.
Fugir é cobardia.
Vitimizar-se é fácil, é cobardia.
É preciso enfrentar o mundo se temos razão; se a não temos, só há que, arrostando o mundo, confessar que a não temos: é que a verdade, mesmo se dura, liberta-nos.
Se não nos libertamos estamos a renunciar à essência humana, porque ser pessoa é ser livre.
A cisma de acharmos que somente nós é que temos razão (mesmo quando a não temos ou não queremos ver que a não temos) é um perigo para todos os outros: estamos - paradoxo! - a dizer que os outros estão a violar a nossa liberdade.
Óbvio: não somos capazes de aceitar que não temos razão; vamos aos arames de cada vez que mostram que não temos razão; dado que somente o nosso ponto de vista é que conta e vale, segue-se que vamos aos arames despudorada e continuamente : desfaçatez!
Se e quando não queremos ou não somos capazes de aceitar que não temos razão - daí se apura que realmente não somos livres, precisamente porque nos recusamos a ver a verdade que é a de não termos razão. Dado que a verdade nos liberta, acontece que - “Se e quando não queremos ou não somos capazes de aceitar que não temos razão ” - não somos livres e, daí, passamos cada momento da vida a desconfiar de tudo e de todos.
Isso é cobardia.
É fácil falar, falar, falar. Difícil, e humano, é ter a coragem de lutar, ir para a frente, enfrentar de caras o inimigo e dar-lhe luta. Fugir nunca é solução. Fugir é cobardia. Vitimizar-se é fácil, é cobardia. É preciso enfrentar o mundo se temos razão; se a não temos, só há que reconhecer a nossa falta dela: a verdade, mesmo se dura, liberta-nos. Se não nos libertamos estamos a renunciar à essência humana, porque ser pessoa é ser livre. A mania de acharmos que somente nós é que temos razão (mesmo quando a não temos ou não queremos ver que a não temos) é um perigo para todos os outros: estamos - paradoxo! - a dizer que os outros estão a violar a nossa liberdade. Óbvio: não somos capazes de aceitar que não temos razão; vamos aos arames de cada vez que mostram que não temos razão; dado que somente o nosso ponto de vista é que conta e vale, segue-se que vamos aos arames continuamente . Se e quando não somos capazes de aceitar que não temos razão - daí se infere que realmente não somos livres precisamente porque nos recusamos a ver a verdade que é a de não termos razão.


domingo, 11 de março de 2007

Velhos? No chão não, no velhão.

Punam-nos!!!

"Idosos abandonados Lar foi encerrado pela Segurança Social e as famílias não recolheram sete idosos". O resto da notícia aqui. Fiquei chocada e sem palavras! Como é possível abandonar pessoas quando elas mais precisam de nós? Como é possível virar costas aos nossos? Infelizmente, parece que há muita a gente a utilizar os lares como meros locais de depósito daquilo que já nao interessa. É vergonhoso! É escandaloso! É horrível e deveria ser punido por lei! Severamente punido!

E ainda há quem se tenha insurgido contra o sketch so Gato Fedorento publicado acima (problemas com o YouTube não me permitiram publicá-lo aqui)? A verdade dói!

Saudações virtuais

quinta-feira, 1 de março de 2007

confrangedora a reverência que os jornalistas exibem perante quelquer empresário


Quem manda na Comunicação social? Sempre, até hoje, os mesmos - que estão aí à vista.

No Expresso de 07 de Outubro de 2006, p.41, Daniel Oliveira, contextuado, escreveu: «"é confrangedora a reverência que os jornalistas exibem perante quelquer empresário" [...] "nunca vimos uma investigação séria sobre a gestão ou os resultados de empresas privadas. Ou envolve o Estado ou não interessa. Que vendem como informação o que compram como ideologia. " "os jornais económicos dependem duplamente das empresas: como fonte de notícias e como fonte de publicidade"»

A estopada está onde?
Nos donos do dinheiro.
Obviamente que não nos jornalistas que têm possibilidades (materiais, neste paralelismo) para resistir e, daí, não fazerem o frete de terem de obedecer àqueles donos.

Essas possibilidades - passe o pleonasmo - são impossíveis, ou seja, inexistentes. -> Logo: isso mesmo!

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007


Le vrai bonheur est celui que les autres ne voient pas, et donc n'envient pas.
[David Foenkinos]


Terça-feira, Outubro 10, 2006
Concedam-lhe a independência. Já!

CARNAVALESCO E entrudesco E caricato

Afinal é uma ilha (a da Madeira) com pouco mais de (talvez)400.000 habitantes, em cuja capital mora mais que a metade. Mais uma ilhota de cerca de 6.000 (talvez)autóctones, Porto Santo. Nas Selvagens, porque o são, não deve residir alma. Quilómetros quadrados? Há conselhos no Continente com maior extensão e mais moradores.

Afinal, com respeito para com os seus habitantes, trata-se de um "território" sem significado nem importância nacionais.

Só que tem um "governador" carnavalesco.

E pena é que os média se excitem ou entrem em delírio orgástico-orgiasta de cada vez que este energúmeno bochecha ou abre a boca para articular obscenidades de todo o tipo e tamanho mas de todo em todo reles. Logo: insignificantes.

Não lhe concedam audiência mediática.

Méritos? Quem não acumulará alguns ao fim de 30 anos de ditadura? (Alguns - e de pouca utilidade para o desenvolvimento)

Concedam-lhe a independência e calar-se-á.

Por fim, que importância têm para Portugal continental essas ilhotas que somente "abastecem" o país de gastos e dívidas?

Há conselhos no Continente com maior extensão, mais moradores e maior importância, mas os média não lhes ligam nenhuma

Concedam-lhe a independência. Já!

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Há espelhos.


Não há dúvidas de que há espelhos.
Toda a gente, cada pessoa, se olha ao espelho.
Todos os dias.
E, de cada vez que o fazemos, o espelho (o nosso!) responde à óbvia pergunta que lhe fizemos: ninguém é melhor do que eu.
No emprego, os/as outros/as não valem nada, ninguém melhor do que eu.
Na rua, idem. No interior, idem. EU, eu.
Outra opinião não tem valor; daí que me assistem todas as razões para eu me chatear com/contra quem pensa diversamente de mim.
Já alguma vez ouvimos alguém dizer que não é competente no local onde trabalha? Isso diz respeito a “vocês”, isto é, quem não é “eu”.
Ninguém é melhor do que nós. Ninguém tem mais razão do que eu. Só eu é que tenho razão. Só eu.
A razão só a mim me assiste. A razão mora em mim, comigo – com mais ninguém.
Viva eu!!!
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em 24nov15:

Há espelhos?

Nãodúvidas: há espelhos.Toda a gente, cada pessoa, se olha ao espelho. Todos os dias.
E, de cada vez que o fazemos, o espelho (o nosso!) à óbvia pergunta que lhe fizemos responde: ninguém é melhor do que eu.
No emprego, os/as outros/as não valem nada, ninguém melhor do que eu.
Na rua, idem. No interior, idem. EU, eu. “EU” é cada um de nós.
Outra opinião não tem valor; daí que me assistem todas as razões para eu me chatear com/contra quem pensa diversamente de mim.
alguma vez ouvimos alguém dizer que não é competente no local onde trabalha? Isso diz respeito a “vocês”, isto é, quem não é “eu”.
Ninguém é melhor do que nós. Ninguém tem mais razão do que eu. eu é que tenho razão. eu.
A razão a mim me assiste. A razão mora em mim, comigocom mais ninguém. EU sou A razão! . “EU” é cada um de nós.

segunda-feira, 1 de janeiro de 2007

Já 3000!

Já 3000!

Há, conheço quem diga :"Só TRÊS MIL"

Se cada um tem direito à sua opinião, então a barbárie está instalada e, daí, que assassinem-se uns aos outros porque cada um tem direito à sua opinião.

Parabéns: Muito poucos: Só "22 000 militares foram feridos. A 3 000ª vítima seria, segundo vários média, ente os quais a CNN, um sargento da 1ª divisão blindada baseada na Alemanha, Edward Shaffer (23 ans), originário de Mont Alto, na Pennsilvânia. "

quinta-feira, 7 de dezembro de 2006



Ele é agente da agência?!

Ele(s) gosta(m) que se matem inocentes!

De facto, Kofi Anan já declarou que o Iraque se encontra em pior situação que antes da invasão;

por exemplo, hoje os pais já não sabem se os filhos regressam vivos da escola: Pacheco acha que isso é bom.

James Baker no seu relatório afirma que "a situação continua a deteriorar-se, há um risco de se resvalar para o caos que levará ao afundamento do governo iraquiano e a uma catastrofe humanitária": P.Pereira acha que não, tudo está bem melhor no Iraque do que antes da invasão, só que Pacheco se nega a pegar em armas e alistar-se no exército dos invasores, porque ele é necessário "cá fora" para continuar a aprovar as mortes dos inocentes de todos os dias no Iraque.


Perante a Comissão das Forças Armadas do Senado, no dia 5 dezembro, à pergunta "Estamos em condições de ou estamos a ganhar no Iraque ?" Robert Gates (sucessor de Donald Rumsfeld )pesou as palavras e respondeu:"Não!": JOSÉ pacheco pereira acha, melhor, tem a certeza QUE vão ganhar; ele lá sabe, como soube da existência da Armas de Destruição de Massas; só que guardou o segredo para ele e outros quejandos. Este senhor sabe tudo. Coitado do ppp, já ninguém lhe liga.

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PPP sabe tudo: Kofi Anan, James Baker e Gates não sabem nada.

Estranho é que PPP se confessa agnóstico e sabe que o actual Bush se confessa um enviado de Deus para salvar o mundo: Está-se mesmo a ver.

Coitado do PPP!

terça-feira, 17 de outubro de 2006

Podem definir "casos de emergência"?

Vídeo-vigilância nos táxis
Proposta de lei prevê utilização só em casos de emergência

Tendo em conta que o maior roubo que sofri até hoje foi por um taxista atrevo-me a perguntar: quem acciona a câmara de vigilância? Cliente ou taxista? Quem decide aqui o que é uma emergência? Quem é o perigoso?

Saudações virtuais

domingo, 15 de outubro de 2006

Podiam repetir, se faz favor?

Pedir ajuda a Chávez
Portuguesa detida na Venezuela acusa Governo de a ter abandonado

Mas porque raio há-de o Governo português ajudar uma senhora que traficou 400 quilos de droga e está presa noutro país? Porque raio houve intervenção do dito Governo quando um "tuga" andou no Dubai a fumar uns charros? Mas somos os amiguinhos dos drogados e dos charrados, é isso? Ir para o Dubai e não saber que essas sustâncias são hiper-mega proibidas é o mesmo que ir a Roma esbarrar com o papa e não saber que o senhor vive lá, no Estado do Vaticano. Tenham Santa Paciência e assumam aquilo que fazem! O dinheiro dos meus impostos e dos outros portugueses que são honestos e trabalham são para gastar com assuntos sérios e não com devaneios de pessoas inconscientes e inconsequentes.

Saudações virtuais


terça-feira, 10 de outubro de 2006

Concedam-lhe a independência. Já!


CARNAVALESCO E entrudesco E caricato

Afinal é uma ilha (a da Madeira) com pouco mais de (talvez)400.000 habitantes, em cuja capital mora mais que a metade. Mais uma ilhota de cerca de 6.000 (talvez)autóctones, Porto Santo. Nas Selvagens, porque o são, não deve residir alma. Quilómetros quadrados? Há conselhos no Continente com maior extensão e mais moradores.

Afinal, com respeito para com os seus habitantes, trata-se de um "território" sem significado nem importância nacionais.

Só que tem um "governador" carnavalesco.

E pena é que os média se excitem ou entrem em delírio orgástico-orgiasta de cada vez que este energúmeno bochecha ou abre a boca para articular obscenidades de todo o tipo e tamanho mas de todo em todo reles. Logo: insignificantes.

Não lhe concedam audiência mediática.

Méritos? Quem não acumulará alguns ao fim de 30 anos de ditadura? (Alguns - e de pouca utilidade para o desenvolvimento)

Concedam-lhe a independência e calar-se-á.

Por fim, que importância têm para Portugal continental essas ilhotas que somente "abastecem" o país de gastos e dívidas?

Há conselhos no Continente com maior extensão, mais moradores e maior importância, mas os média não lhes ligam nenhuma

Concedam-lhe a independência. Já!

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

OS FANÁTICOS


OS FANÁTICOS

Há uns tempos atrás, vi pela TV um desafio de futebol entre o Sporting e o Inter de Milão. Já me não recordo do resultado, nem interessa para o caso. Que viram, contudo, os que estavam no campo e os telespectadores? Viram que os presentes no campo ovacionaram Figo jogador do adversário do Sporting.

A que é que assistimos no último desafio entre o Benfica e Manchester United? Vimos a lamentabilíssima cena de Cristiano Ronaldo ser vaiado pelos presentes no campo.

Quem vaiou? Todos os presentes no estádio? Claro que não. Foi a maioria dos fanáticos do clube que jogava contra o MU.

OS FANÁTICOS !!!

Todos OS FANÁTICOS são perigosos. Por que razão? Porque não usam ou não sabem usar a Razão. Tais são os amantes e os aprovantes das guerras, do futebol, das armas, de tudo o que é guerra.

sexta-feira, 1 de setembro de 2006

Neste trânsito através da vida.


Mais um dia que passou. Outro que acaba de começar. De fins e começos é feita a vida neste trânsito através dela. A certeza absoluta que temos é que tudo muda. Tudo é tudo: as pessoas, as coisas. Há quem ache que não. Transitar. Passar. Mudar.

Ora sabemos que somente os burros é que não mudam. Pavoneiam-se afirmando que foram sempre iguais e sempre continuarão a sê-lo. Estupidez própria de burro: cada dia mudas, cada dia tens mais um dia, hoje já não és o mesmo que eras ontem - já estás noutra era, apesar do que eras. Ontem tinhas apenas nascido, tinhas apenas acabado a Primária ou o Primeiro Ciclo, tinhas apenas acabado de fazer dez anos - hoje já tens vinte, trinta, quarenta, cinquenta, setenta, oitenta, cem... És continuamente "outro". Vive o teu tempo.

É preciso acompanhar a mudança e, para isso, é necessário esforço. Os preguiçosos, de todo o tipo, é que se alcandoram no estatismo e, estupidamente, têm nisso o que, estupidamente, chamam de orgulho

Porque os burros, por o serem e ignorando que a mudança não fracassa, julgam que o esforço não leva a bom termo.

Já os Romanos diziam:absque sudore et labore nullum opus perfectum est, isto é, sem suor e sem trabalho nenhuma obra é perfeita.

Bom dia, boa tarde e boa noite!

Dia, tarde, noite! Eis a mudança a funcionar; esta nunca fracassa - há que acompanhá-la, que é sinal de inteligência: somente os burros é que não mudam!!!

quinta-feira, 31 de agosto de 2006

terça-feira, 11 de julho de 2006

Serão os incendiários...

... (ferverosos) adeptos de futebol? É que mal acabou o Mundial começaram os incêndios com consequências trágicas logo no primeiro dia!

Saudações virtuais

O catorze vezes EXPULSO


O catorze vezes EXPULSO
é o melhor jogador do Mundial Alemanha 2006.

Paradoxal!?

Que é a vida senão um Paradoxo?!

E viva a VIDA!

a equipa mais empolgante do campeonato









AFINAL... PORTUGAL FOI VENCEDOR:
FIFA escolhe selecção nacional para equipa mais atractiva do Mundial:

Portugal não venceu o Mundial mas ficou
em primeiro lugar como a equipa mais empolgante do campeonato.

A selecção nacional foi considerada a equipa com futebol mais atractivo do Mundial de 2006, apesar de a campeã Itália ter sido a mais votada pelo público.



Zida...passou ao lado da Jules Rimet

É que deu uma marrada

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Os jogadores franceses não ganharam o jogo contra Portugal. Quem venceu foi a força da trapaça

05julho06: o COMEDIANTE francês Thierry Henry, visível e indubitavelmente, simula o penalty


Os jogadores franceses não ganharam o jogo contra Portugal.

Quem venceu foi a força de retaguarda BASTIDORA da França no teatro político (europeu e mundial). A essa força junte-se a força dos apostadores: não ganharam, tinham que ganhar com a força da batota VISÍVEL E INDUBITÁVEL.

"BASTIDOR" é o ambiente especial que se vive para trás do pano de boca do teatro.
A França ganhou, ANTECIPADAMENTE, fora do campo de futebol - ANTECIPADAMENTE.

Muitas vezes a batota funciona.
Por que motivo?
Porque neste planeta vivemos batoteados.
Por todos os lados.

quinta-feira, 22 de junho de 2006

trabalho e zelo








Bom dia!

Hoje, praticamente, todos (ou quase) têm acesso ao Ensino até à Universidade.

Em Portugal.

Que querem os alunos?

Aulas sérias, exigentes?
Não, não querem senão entretenimento: logo, as aulas são uma estopada.

Todos os alunos? Claro que não - e são poucos.

Motivação é a palavra de ordem - para os professores.

Portanto, os alunos querem entretenimento, passatempo.

Dado de facto: não se pode negar que o estudo é coisa séria e exigente.Deste jogo franco os alunos não querem saber, preferem o jogo-jogo, a diversão: o facilitismo.

"Kalepa ta kala" disseram os Gregos, isto é, o belo é difícil. E o "belo", no contexto do ensino, é o estudo sério e consequente.

Quer para os alunos quer para os professores: sem trabalho e dedicação constantes e persistentes não há ensino que funcione e frutifique.

O professor é, por definição, um estudioso. O professor deve actualizar-se continuamente, sendo ele mesmo o exemplo vivo de estudante. Tem que ter o máximo de conhecimentos sobre a matéria que lecciona, dominá-la ao máximo.

Repetindo: O aluno é, por definição, um estudioso. O aluno deve actualizar-se continuamente, sendo ele mesmo o exemplo vivo de estudante. Tem que ter o máximo de conhecimentos sobre a matéria que vai aprendendo, dominá-la ao máximo.

Trabalho e zelo de ambos os lados.

Os alunos têm, hoje, interesses que não se harmonizam com trabalho e zelo que o estudo exige.

quarta-feira, 21 de junho de 2006















"Em matéria de ensino, estamos em atraso sucessivo desde o tempo do Marquês de Pombal, aquando da reforma do ensino técnico. [...] Não podemos abrandar o ritmo, pois temos um passivo de 200 anos a recuperar. [...] o grande desafio que até hoje nunca foi equacionado convenientemente, e que tem de o ser, é o da educação PERMANENTE e ao longo da vida. (Expresso SuplementoEmprego, 24Fev2001,p.19,Roberto Carneiro)

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