sábado, 15 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008

O rochedo que está a tapar o teu caminho nunca será maior do que tu, porque a tua força será sempre capaz de o desviar e, se for preciso, de o desmanchar, de o despedaçar. A força és tu, e só tu. Nada te poderá derrotar ou desviar da tua rota: basta quereres, é bem verdade que querer é poder porque o poder depende somente do teu querer - "teu", porque é mesmo teu. Só tu é que poderás conquistar o mundo e, na medida daquilo que humanamente é possível, poderás conquistar a paz de espírito e, na mesma medida, a felicidade. Tudo depende só de ti. Acredita em ti.
Tu és a força que derrota o rochedo.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Não fui eu que invadi o Iraque




Ele disse várias coisas:
- "O país está de tanga"
-"Há Armas de DM no Iraque
PSD "Em Viseu, em 2000, o congresso de reeleição[...] uma frase, uma simples frase, fez tremer o terreno do barrosismo. Durão disse que, se Santana ganhasse, o PSD «teria como candidato a primeiro-ministro um misto entre Zandinga e Gabriel Alves»" (Sábado, nº216, 19 a 25 de Junho de 2008, p.62)
A arte da encenação

1- “Na véspera do primeiro congresso do PPD, em Novembro de 1974, a notícia que aparecia nas primeiras páginas dos jornais era sobre Marcelo Rebelo de Sousa – constava que ia abandonar o PPD porque o partido não era suficientemente à esquerda. Mas, no dia seguinte, Marcelo lá estava. Tinha sido uma encenação, para resolver a luta entre Sá Borges e Sá Carneiro, que se confrontavam pela preparação das listas (SÁBADO, Nº 216 -19 A 25 DE JUNHO DE 2008, pp. 58-64).”
Notar: tinha sido uma encenação.
2- Outra encenação do professor Marcelo: a Vichyssoise não teve lugar.
Finais dos anos 90: Marcelo Rebelo de Sousa, conselheiro de Estado, encontra-se com Paulo Portas, director do Independente. Reunido que tinha sido o Conselho, o director do hebdomadário aprazou um encontro com o conselheiro Marcelo para este lhe segredar o que ocorrera na reunião: o conselheiro não se eximiu a narrar todas as minúcias do consílio, em que até uma Vichyssoise se perfilava no cardápio do jantar.
O semanário relatou essa reunião: só que o narrado por Marcelo, pelo menos a Vichyssoise, não teve lugar.
[Curiosidade, na mesma SÁBADO: “No fim de um congresso ainda muito à esquerda – apareceu uma proposta para nacionalizar cafés, mercearias e barbeiros – o partido decidiu pedir adesão à Internacional Socialista”]
A propósito de “encenação” (compulsando o Dicionário electrónico Houaiss da Língua Portuguesa):
Uma das 4 definições de “encenação” é
“atitude que se caracteriza pela falta de sinceridade ou por não corresponder à verdade, e cujo fito é iludir ou impressionar alguém;
criação fantasiosa, artifício enganoso; cena, invenção, fingimento”.
Dei-me ao luxo de compulsar o vocábulo “fiteiro” e eis o que se me deparou:
Uma das 3 definições de “fiteiro” é “adjetivo e substantivo masculino, que ou aquele que faz fita, que age com intenção de enganar ou impressionar; fingidor, exibicionista
Por sua vez, aquela “fita” é: “substantivo feminino, ação ou fala que visa iludir, enganar ou impressionar; ostentação, manha, fingimento”.
Coligi as coincidências: “encenação”
a) pode ser (“pode ser“, não significa que é) “falta de sinceridade, não corresponde à verdade, cujo fito é iludir ou impressionar alguém”
b) “aquele que faz fita, que age com intenção de enganar ou impressionar; fingidor, exibicionista”
c) “ação ou fala que visa iludir, enganar ou impressionar; ostentação, manha, fingimento”.
3- Mais fitas do professor: “Nem que Cristo desça à terra”
Antes de um Congresso do PSD, perguntaram-lhe sobre as suas intenções de se candidatar e tornar-se presidente do partido, M. Rebelo de Sousa respondeu: Nem que Cristo desça à Terra!
O católico, auto-alcandorado e assumidíssimo (e praticante e devotamente fervoroso?), pecou ao evocar (ou invocar?) o santo nome de Deus em vão e Marcelo foi eleito pelo Congresso como presidente do PSD. Evocou ou invocou?
A arte da encenação e/ou da fita do fiteiro?
Quem ainda acredita no professor apesar da sua competência jurídica?
Por acaso: Durão Barroso-primeiro-ministro, Paulo Portas-ministro, todo o PSD desse primeiro-ministro, J.Pacheco Pereira e quejandos juraram, unhas e dentes afiados, que no Iraque havia, objectiva, comprovada e, daí, indubitavelmente, Armas de DM. Mentiram e daí que a pergunta, de novo, se impõe: Quem ainda acredita?
Até o bush admitiu que afinal essas armas não existiam, não existiram - mentira.
A arte da encenação e/ou da fita dos fiteiros?
quarta-feira, 2 de julho de 2008
prever, de modo peremptório, o futuro:
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Qual é essa coisa?
Advogados:



"É a primeira coisa que amanhece no mundo" disse Sales Barbadillo.
Qual é essa coisa?
Resposta: a estupidez.
É o teu patrão, o(s) filho(s) do patrão, a(s) filha(s) do patrão, a tua chefe ou directora, os bufos porcos e as bufas porcas que trabalham ao teu lado e que se vendem declarada e porcamente ao patrão e seus descendentes.
É o advogado -> Tu diriges-te a um advogado com uma resposta contra a injusta nota de culpa do teu patrão; mesmo antes de ler a tua resposta, a primeira e imediata solução que o causídico te apresenta é a seguinte: "eles", isto é o patrão velhaco, não lhe vão pagar aquilo a que tem direito!
Se tens direito, então em que é que ficamos: senhor licenciado, a lei é para ser cumprida ou não? O senhor licenciado exerce a sua função para cumprir e fazer cumprir a lei ou não?
Pergunta: Qual é essa coisa? É o advogado.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Nada muda, nada mudou
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008


[Fotos] 1ºcrocodilo; 2ºjacaré
"Qual é a diferença entre um... e um solicitador? - Simplesmente a mesma que entre um crocodilo e um jacaré"(Punch)
Exercício: preencher as reticências.
NOTA: o tamanho das imagens não deve confundir; o grandão é a imagem pequena, que, por o ser, é mais sorratteira.
Ambos nos surripiam - sempre - alguma coisa.
E ficam impunes.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Há quem não é capaz de raciocinar com a razão.Todos são respeitáveis e devem ser respeitados nas suas opções religiosas.
Mas fanatismo religioso não.
Ouvi um desses fanáticos afirmar que a Inquisição não foi nada e que, hoje, porque os alemães já são bons, não houve Holocausto.
Estaline também quis apagar a História (entre nós Paulo Portas mandou retirar o retrato de Freitas do Amaral da sede do seu partido). A História - não é possível apagá-la.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Já cá estamos: 2008
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
Isto é...

Isto é... fadas
Isto é...um assalto

Isto é
26dez07 rico não vai preso
26Dezembro2007, depois do telejornal das 13h, numa novela brasileira: uma personagem sinistra, de nome Vitinho (Vítor Lobo, o playboy mais requisitado da cidade, rico para burro), sombrio, tétrico, malvado, cruel, terrível, funesto, ameaçador, aterrradoramente infeliz e diabolicamente invejoso, assassino, sequestrador de crianças, violador, assassino do próprio pai (que, entretanto, é mantido em coma por um médico comprado pelo Vitinho) e ameaçador de morte para com a irmã e todos os que o chateiam nos caprichos dele; Vitinho está numa esquadra da polícia de Rio de Janeiro acusado de ter agredido um fotógrafo, responde aos polícias: “isto aqui é Brasil, cadeia é para pobre, eu sou rico não vou ser preso nunca, pago os melhores advogados.”
“Pago os melhores advogados” – Esta frase faz-me lembrar os filmes (filmes?!) em que a máfia é protegida e “salva”, em tribunal, pela acção dos causídicos.
Será possível que agentes da lei (e, já agora, da saúde), isto é advogados (e, já agora, médicos) se mancomunem para tratar da saúde das vítimas dos criminosos? Isto só nos filmes, isto é, no material plástico fabricado a partir da cânfora e da nitrocelulose (isto é, no celulóide) e/ou no Digital Versatile Disc (isto é, no DVD); isto é, na construção, voluntária ou involuntária, da imaginação (isto é, na ficção).
[(((Ver só telenovelas é um acto estúpido. Não o nego. Às vezes, contudo, elas, isto é, as telenovelas, parecem, cretinamente, querer imitar a realidade. E, no mundo quase virtual em que vivemos, acabamos, cretinamente, por misturar realidade com ficção ou vice-versa, isto é ficção com realidade: pago os melhores advogados e compro o médico)))]
domingo, 9 de dezembro de 2007

Bom dia,
Se queres ajudar os outros a aprender,
APRENDE PRIMEIRO TU A APRENDER.
Se não aprendeste a aprender, perdes o teu tempo a querer ensinar.
Ensinar sem ter aprendido a aprender é tarefa inútil.
Se não sabes a matéria, de nada te serve a técnica.
Não basta aconselhar os outros a estudar se tu mesmo não estudas.
Por "estudar" entenda-se que é o esforço diário de aprender alguma coisa.
Já os Romanos diziam "Nulla dies sine linea", isto é, não passe um dia sem que aprendas algo.
Que tamanha estupidez é estarmos convencidos de que sabemos tudo e mais nada há que aprender.
Aprender, faltando outro, deve ser um dos principais objectivos da vida.
Quanto mais, aprendendo, soubermos mais livres seremos.
Quanto menos aprendermos mais burros ficamos. Da burrice nasce o fanatismo e este é destruidor da Humanidade.
Burrice é o oposto de Humanidade.
Nada nos enche e realiza mais do que o saber, porque somente o Saber nos liberta.
Se somos burros/ignorantes, então somos escravos de tudo e de todos: passaremos a vida a não nos valorizarmos, andaremos cá por e para ver os outros passar e a sermos uns, sobretudo para nós mesmos, inúteis.
Estuda, estuda, estuda, ó ser humano!
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Toma Lá Dá Cá

Toma Lá Dá Cá
Quem fugiu da imagem?

O pacote europeu de ajuda ao desenvolvimento a Timor Leste
24 de Novembro de 2007, 10:35
Díli, 24 Nov (Lusa) - O presidente da República de Timor-Leste anunciou hoje que vai propor José Manuel Durão Barroso e a União Europeia (UE) para o Prémio Nobel da Paz de 2008
24 de Novembro de 2007, 13:15
Díli, 24 Nov (Lusa) - O pacote europeu de ajuda ao desenvolvimento a Timor-Leste será de 63 milhões de euros, anunciou hoje em Díli o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
24 de Novembro de 2007, 10:35
Díli, 24 Nov (Lusa) - O presidente da República de Timor-Leste anunciou hoje que vai propor José Manuel Durão Barroso e a União Europeia (UE) para o Prémio Nobel da Paz de 2008
24 de Novembro de 2007, 13:15
Díli, 24 Nov (Lusa) - O pacote europeu de ajuda ao desenvolvimento a Timor-Leste será de 63 milhões de euros, anunciou hoje em Díli o presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Vou repetir o que, já convictamente, aqui afirmei, voltando atrás a um dos textos que aqui escrevi: a causa desta atitude provém da entrevista do Presidente da Commisão Europeia ao DN, na qual o entrevistado, ignorando que o elogio em boca própria é vitupério, de novo mente descaradamente quanto à sua culposa e nefanda coloboração político-moral na invasão do Iraque, de cujas consequências horripilantes e hostis aos Direitos Humanos ele também é culpado.
Não há a mais esfarrapada das desculpas para afirmar o que vergonhosamente afirmou na citada entrevista.
Eis a repetição:
[Do Le Nouvel Observateur NOUVELOBS.COM 22.05.06 15:43- (traduzindo):
-Madeleine Albright, que foi membro da administração de Carter no final dos anos 1970 e, depois, secretária de Estado de Clinton de 1997 a 2001, criticou severamente George W.Bush, a 22 maio, em entrevista à Reuters.
-George Bush, que se conta entre os cristãos que redescobriram a fé (os "born-again christians"), revela a importância da sua fé relativamente a certas decisões que toma desde a sua chegada à Casa Branca. Declarou que tinha rezado a Deus para que o aconselhasse antes da invasão do Iraque, em março de 2003.
-Madeleine Albright crê que a guerra no Iraque "poderia muito bem ser classificada entre os piores desastres da politica estrangeira na história dos Estados-Unidos" (em que Barroso colaborou).
Bush "tinha rezado a Deus para que o aconselhasse antes da invasão do Iraque, em março de 2003". - O Papa João Paulo II rezou e pediu aos católicos que rezassem para que aquela invasão não tivesse lugar.
- (Ironia da História?!!!)- Muitos auto-definidos católicos não ligaram nenhuma ao Chefe da Igreja Católica e, transformando Bush em papa, pedi-seguindo Bush, rezaram pelas mesmas razões de Bush:
(Ironia da História?!!!) - Terão sido ouvidos ou não ouviram a Deus?Somente ouviram a Bush - ou Dush?
(Ironia da História?!!!).Dush foi ouvido por Durão Barroso (marxista-católico), por José Pacheco Pereira (marxista ateu, mas não aDush), por Paulo Portas, pelo papista Bagão Félix e por muitos milhares (católicos e não).Afinal a guerra no Iraque "poderia muito bem ser classificada entre os piores desastres da politica estrangeira na história dos Estados-Unidos". - É preciso agradecer a esses rezadores
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Sabemos o estado calamitoso em que o Iraque se econtra hoje: Barroso també é culpado (como todos os que aprovaram essa guerra): na mesma entrevista Barroso afirmou (coitado, coitadinho, coitadíssimo): "A operação do Iraque está a correr manifestamente mal. Está a correr muito mal. E, aí, temos de fazer, com mais tempo e distância, um balanço muito objectivo", disse o ex-primeiro-ministro, actual presidente da Comissão Europeia".
O balanço objectivo está feito: ele é culpado do facto de que "A operação do Iraque está a correr manifestamente mal. Está a correr muito mal"
"É notável a ligeireza como Durão Barroso se exclui da decisão que levou à invasão", diz Luís Fazenda no DN de hoje.
Fazenda continua, e com razão: Barroso "tem de ser responsabilizado pela situação actual", uma "guerra que já provocou milhares de mortes", de civis inocentes massacrados dentro das próprias casas por ordens superiores americanas.
E ainda: "É, além disso, "uma completa falsidade" que, como Durão Barroso disse na entrevista DN/TSF, tenha tido uma "posição moderada" perante a decisão de se invadir o Iraque. "É preciso não esquecer a Cimeira das Lajes. E é preciso não esquecer que, depois, Durão Barroso assinou uma carta com outros seis líderes europeus defendendo uma invasão unilateral do Iraque pelos EUA"
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Houve e ainda há pessoas que asseveraram e quiçá continuam a asseverar que sim: pelos vistos, e a olhos vistos, estes é que sabem esconder as próprias fontes e, a olhos vistos, não o querem revelar à Humanidade: o actual Presidente da Comissão Europeia e José Pacheco Pereira e quejandos tinham e quiçá ainda têm a certeza de que as ADM existiam/existem e (mauzinhos!) não querem, a olhos vistos, revelar nada à Humanidade: a olhos vistos, é pena!
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Mais esta( quanto ao vitupério que é o elogio em boca própria, como fez na entrevista citada o Presidente da Comissão Europeia):
A cobardia obriga as pessoas (obrigou Barroso) a actos dos praticados pelos invasores do Iraque, os quais afinal não são melhores que o ditador que lá tinham e a actos que são a fuga ao dever par com povo que o elegeu.
D' Os Lusíadas I, 40,3 e 4:"é fraqueza desistir-se da cousa começada": e...vivam os cobardes!
Ele(=Barroso, Durão) foi eleito por Portugueses e desistiu do governo por ele começado, depois de prometer que governaria mais 4 anos:
" A presidência da Comissão Europeia foi uma espécie de sorte grande que saiu a Durão na melhor altura da sua carreira política. O desde ontem ex-líder do PSD abandona o Governo no rescaldo de umas eleições em que sofreu uma derrota clamorosa e num momento político em que evidenciava uma enorme incapacidade de fazer a remodelação alargada que há muito lhe era pedida. Dois anos e poucos meses depois de ter entrado em funções o Governo estava paralisado, sem soluções para sair da crise, afundado no descontentamento popular, barricado na consolidação orçamental e apostado exclusivamente em cavalgar o sucesso do Euro 2004 e da selecção nacional. Durão Barroso dava já muitos sinais de não ter a energia necessária para sair do marasmo e estava prisioneiro da voracidade do aparelho partidário, já muito impaciente com a contenção imposta pela ministra das Finanças" (EDUARDO DÂMASO, Público, Sexta-feira, 02 de Julho de 2004 ).
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E quanto é preciso esperar para ver castigados os mentirosos?
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Há quem veja bem ao longe

No Le Monde de 25Setembro07, do artigo "Bush attaquera-t-il l'Iran ?, par Corine Lesnes", assinalo algumas passagens:
"-M. Bush a dit qu'il n'accepterait pas un Iran doté de l'arme nucléaire sous sa présidence.
Deux porte-avions sont prépositionnés dans la région
Depuis deux ans, la liste est longue des révélations sur les préparatifs de guerre
Le tout-Washington bruisse de nouveau de rumeurs. Dans son blog, Barnett Rubin, un spécialiste reconnu de l'Afghanistan, ne veut pas "alarmer" ses lecteurs mais juge qu'il y a "trop de signes" qu'une autre "aventure militaire" est en préparation."
Viva a Paz!
sábado, 7 de julho de 2007
conviver com a estupidez personificada





conviver com a estupidez personificada
Como é que se pode (con)viver com a estupidez personificada, isto é, com um estúpido?
Hoje é dia 07/07/07: SOS Live Earth – SOS TERRA
Um conhecido meu (melhor fora que nunca o tivesse conhecido!), continuando a jurar que no Iraque havia Armas de Destruição Maciça e aprovando o consequente massacre de milhares de inocentes vítimas da invasão do Iraque, assevera, com unhas e dentes (com os que ainda tem), que não existe Aquecimento Global; daí que o 07/07/07: SOS Live Earth – SOS TERRA é, para ele, uma estupidez.
Isto não é uma rábula – é um rábula!
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Parabéns – ao estúpido!
Como é que se pode (con)viver com a estupidez personificada, isto é, com um estúpido?
Hoje é dia 07/07/07: SOS Live Earth – SOS TERRA
Um conhecido meu (melhor fora que nunca o tivesse conhecido!), continuando a jurar que no Iraque havia Armas de Destruição Maciça e aprovando o consequente massacre de milhares de inocentes vítimas da invasão do Iraque, assevera, com unhas e dentes (com os que ainda tem), que não existe Aquecimento Global; daí que o 07/07/07: SOS Live Earth – SOS TERRA é, para ele, uma estupidez.
Isto não é uma rábula – é um rábula!
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Parabéns – ao estúpido!
sexta-feira, 22 de junho de 2007
O polegar e o indicador a desenharem o zero
Diz-se “a conversar é que a gente se entende”. Mas nem sempre é verdade. Platão escreveu: “Podes descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de diversão do que num ano de conversação”
Um dia, num desses jogos de pergunta-resposta, certa pessoa, que tu já sabias quem era e é, acabou, em público e num desses jogos, por revelar a todos quem, afinal, era e é. Essa pessoa, por acaso rábula (não sei se isso é conatural à profissão ou à pessoa; na melhor das hipóteses, congénito às duas situações) fez a pergunta ao seu parceiro de jogo levantando a mão unindo o polegar ao indicador de modo a representar um zero; a resposta era zero: O polegar e o indicador a desenharem o zero
Um dia, num desses jogos de pergunta-resposta, certa pessoa, que tu já sabias quem era e é, acabou, em público e num desses jogos, por revelar a todos quem, afinal, era e é. Essa pessoa, por acaso rábula (não sei se isso é conatural à profissão ou à pessoa; na melhor das hipóteses, congénito às duas situações) fez a pergunta ao seu parceiro de jogo levantando a mão unindo o polegar ao indicador de modo a representar um zero; a resposta era zero: O polegar e o indicador a desenharem o zero
“Podes descobrir mais sobre uma pessoa numa hora de diversão do que num ano de conversação”. Esse rábula, sempre, foi trapaceiro.
Em vários anos de conversação já eu descobrira a natureza desse rábula, nem eu precisava dessa hora de diversão; os outros participantes no jogo é que talvez não o tivessem descoberto na conversação, mas, sem disso tomarem ou quererem tomar consciência, toparam o rábula nessa hora de diversão: riram-se e por aí ficaram – era jogo, ainda não conheciam Platão.
Na hora de diversão o rábula confirmadamente voltou a revelar-se trapaceiro, embusteiro, burlão e até, de certo modo, gatuno: passe o pleonasmo, a natureza natural autorevela-se.
Em vários anos de conversação já eu descobrira a natureza desse rábula, nem eu precisava dessa hora de diversão; os outros participantes no jogo é que talvez não o tivessem descoberto na conversação, mas, sem disso tomarem ou quererem tomar consciência, toparam o rábula nessa hora de diversão: riram-se e por aí ficaram – era jogo, ainda não conheciam Platão.
Na hora de diversão o rábula confirmadamente voltou a revelar-se trapaceiro, embusteiro, burlão e até, de certo modo, gatuno: passe o pleonasmo, a natureza natural autorevela-se.
terça-feira, 19 de junho de 2007

Podia ser de laranja
Uma rábula, historieta, historiúncula, ficção. Uma rábula, afinal - acto de pura imaginação: imaginem, fantasiem.
As asas da imaginação não têm limites de nenhum tipo. E não é proibido imaginar.
Um rábula afirma com unhas e dentes que o PSD é um "partido de esquerda não marxista”. Este rábula deve ter vergonha que o psd seja de direita. Facto é que até o prof. Marcelo admite que é de direita.
O ficcionado dito rábula, há coisa de uns 30 dias, “feeeesteeejooouuuu” um dos seus anos de adiantado sexagenário.
De passagem se anote que esse rábula já foi militante-de-cartão do psd.
Podia ser de qualquer outro partido. Este rábula, porém, por despeito, incapacidade e acobardamento de enfrentar outras seitas partidárias, é do psd. Contudo… já esfarrapou o cartão-de-militante num acto, verbaliza ele, de indignação pelo que de primário sectarismo mafioso verificou existir dentro da seita (ou bando, como asseverava o dito) em que - militar - militava.
Continua, contudo, e apesar dele próprio (isto é: malgré lui!), a militar pela mesma seita.
Depois do abandono ou rejeição porfia em militar na e pela mesma seita. Aliás, está-lhe no carácter-na índole-na vocação militar pela mesma seita.
Mesmo depois de, trânsfuga, abandonar ou desertar a seita, aferrenha-se, todavia, e apesar dele próprio (isto é: malgré lui!), a militar pela mesma seita.
O rábula ainda vive com saudades do seminário em que, fraco e poltrão, militou e aonde, duplamente casado, com filhos e netos, cagarola e cobarde, almeja e suspira ofeguentamente, perante os mencionados, regressar e ingressar: sai das seitas e anela por elas: coitado do traumatizado-recalcado! Confessa que “quem é contra nós não presta” completamente igual a Vasco Gonçalves (= a totalitarismo = a este rábula).
O aludido rábula, há coisa de uns 30 dias, “feeeesteeejooouuuu” um dos anos de seu adiantado sexagenário. O nume genial - militar - militante teve um bolo de aniversário. Óbvio. Presentes à cortadela: casal de “comprades” cujos rebentos recentemente puseram fim à nubilidade. E um convidado que não condivide as orientações (superficiais - como o fazem na religião que se autodizem, bronca e ignaramente, professar) psdianas dos já citados.
Um bolo!
Um símbolo é imagem ou objecto material que representa uma realidade visível.
Abram os olhos: no bolo, está o símbolo (ou bandeira) do PSD! Poder-se-ia dizer “um bolo do psd”.
Que fizeram?
Que é uma bandeira? Esta serve de distintivo a uma nação, agremiação, sociedade, corporação, agremiação política e/ou simboliza união ou comunhão de ideais, de interesses.
Que fizeram?
Asiram ou empunharam a naifa ou a faca de cortar bolos. Cortando o bolo, repartiram-no. Carcomeram, isto é, comeram o bolo. Que acontece ao que comemos, vai para onde? -> Para esse lugar, cantados os parabéns e…contentes, enviaram eles esse símbolo da união ou comunhão de ideias, de interesses do psd !!!
Bem fez o convidado: perante a nojice ou a nojeira da cena da já-bandeirola, o convidado, constrangida e coacta mas educadamente, mandou esse símbolo da união ou comunhão de ideias, de interesses do psd !!!, mandou-o para o sítio onde vão parar as fezes de quem come… o tal sítio. Todos mandaram o psd para a matéria fecal, isto é à m…!
Santos - militar - militantes!
(Em qualquer outra seita partidária teria sido possível isto acontecer)
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